sexta-feira, 6 de novembro de 2026

Revendo filmes do coração: Da Magia à Sedução

Tava revisando uns rascunhos aqui e me lembrei que pretendia rever os filmes que eu amava ver e rever para saber se ainda são bons ou se a Camila de antigamente gostava de ver umas tranqueiras mesmo.
Aí eu lembrei que revi Da Magia à Sedução uns meses atrás.
A minha opinião: o filme continua maravilhoso, zero defeitos.
Tem romance, sem focar a história toda no romance. Tem magia, tem humor, tem efeito especial bonito e, por fim, tem sedução. O que o título promete, o filme cumpre.
E esses dias foi lançada a continuação da história, mas eu não gostei do pouco que vi, não, então não sei se vou assistir (provavelmente vou, mas vou assistir de má vontade).
As cenas que vi me deram a impressão de que virou uma coisa meio Harry Potter e, me perdoem os fãs, eu nunca gostei muito de Harry Potter. Acho tudo meio infantil, nunca me conquistou.
Enfim, voltando ao filme, não gostei, não. Me empolguei com a continuação quando soube que estava pra estrear, mas vendo as cenas lançadas e elenco escalado, achei meio bleh.
O que eu gostava do primeiro filme e continuo gostando agora que revi, já adulta, com uma relação mais sólida com a minha irmã e minha mãe e com algumas amigas que carrego comigo há anos, mesmo sem contato diário é a imagem que o filme constrói e sustenta sobre a força das relações femininas, a força de uma mulher que deseja salvar outra mulher e está disposta a mover o mundo ao seu redor para conseguir isso. Acho isso bonito demais e, na minha vida, já presenciei esse poder diversas vezes. É essa relação de troca de força, amor e apoio (e magia, por que não?) que tento construir com a minha filha, que agora está na idade de compreender essa beleza das relações entre mulheres.
Da Magia à Sedução é um filme de mulher, no melhor sentido disso. Meio como o filme da Barbie, que fala muito mais com as mulheres do que com os homens, que podem até achar ok, mas dificilmente compreendem as complexidades de ser mulher, de buscar apoio em mulheres, de desejar e buscar um mundo melhor para as mulheres e, por isso, talvez achem o filme só ok.
Enfim: a história continua maravilhosa, inspiradora e vou seguir revendo enquanto estiver viva e cada vez que quiser refletir sobre o poder que existe dentro de cada uma de nós.
A continuação... Quem se importa?

P.S.: Adoro a cena final, quando elas pulam do telhado. Mas a minha preferida é a cena do círculo de vassouras. Eu choro demais!


***
Trilha Sonora: Youtube. Enquanto terminava de escrever esse post, a Neura lançou um vídeo sobre a continuação e confirma o que eu achei, só de ver algumas cenas. O segundo filme é ruim mesmo.

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