Porque tem dias que a gente levanta da cama só para se foder mesmo.
Fim.
***
A imagem eu achei aqui.
***
Trilha Sonora: Agora não. Tô vendo novela.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Sobre uma paixão quase amor
ou Sobre como uma adolescente magoada pode se transformar em uma adulta completamente louca que destrói seus relacionamentos e usa títulos de três linhas em posts do seu blog
Tem coisas que acontecem com a gente que, quando ainda estão sendo vividas, vemos de um jeito tão diferente de como veremos tempos depois, quando olharmos pra trás, naquele ponto exato de quando se deu o tal fato.
Hoje tive uma conversa rápida com uma prima minha, uns 10 anos mais nova que eu.
Ela me contava sobre o namorado dela, que havia terminado tudo alegando estar cansado dos dramas e chiliques dela (deve ser de família esse talento para o escândalo conjugal sem motivo), que mesmo pedindo uma segunda chance, ele não quis voltar atrás e que agora, para se vingar, ela ia começar a sair muito, fazer tudo o que não fez por causa dele. Enfim, revolta de adolescente que levou pé na bunda.
E ela me contando e eu pensando "isso não vai adiantar, ou eles voltam amanhã ou daqui uma semana ela está apaixonada por outro, passando pela mesma situação". Aí ela me disse: "Poxa, eu fiz tudo certinho, fui uma boa namorada, sei que fui uma boa namorada e eu gosto dele pra caramba, sabe? Eu tô quase... quase amando ele já. Eu gosto muito dele. Estou apaixonada mesmo".
Nesse momento eu só sorri. Pensei no quanto ela estava sendo racional, sabendo separar a paixão, mesmo muito forte, do amor que ela provavelmente ainda não tenha sentido por ninguém.
Lembrei do primeiro namorado que tive, que começou como uma paixãozinha, foi crescendo, virou amor, veio o pé na bunda e 2 anos depois eu ainda sofria por ele. Lembrei das coisas idiotas que fiz naquela época pra me vingar dele.
[insira aqui o final alternativo*]
Hoje, olhando lá atrás, vejo que eu era bem besta também, como a minha prima que está morrendo de raiva do namorado agora, mas não tem consciência ainda de que amanhã vai encontrar alguém melhor que a fará olhar pro dia de hoje com o desprezo que algumas das primeiras paixões podem nos causar anos mais tarde. Ou com o riso dolorido da saudade que você sente do quão intensas eram essas paixões quase amores até que chegou alguém e cruzou esse limite para o lado do amor, depois esmigalhou seu coração e foi embora, arruinando de forma indireta todos os seus futuros relacionamentos.
É. Fim de post meio amargo.
***
Tá, pra não ficar tão amargo, um final alternativo pro post:
[*]Só queria que, aos 15 anos eu já tivesse conquistado essa consciência que minha prima tem hoje e eu demorei tanto para conhecer. Se é que conheci.
***
Trilha Sonora: TV ligada, como sempre.
Sobre:
Ô vida...,
Palpites sem importância
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Aquele tipo de pessoa que me ama tanto que não seria capaz de ser feliz sem mim. Aquela pessoa que lambe o chão que eu piso, que deita para que eu passe por cima dela sem pisar na sujeira. Aquela pessoa que morreria se precisasse viver sem mim. A pessoa que perdoaria todas as minhas falhas e nunca criticaria meus defeitos. Sabe a pessoa que quer respirar o mesmo ar que eu respiro, de preferência antes de mim para filtrar ele pra mim? Uma pessoa que me idolatrasse quase como um fiel ao seu santo. Alguém que fosse capaz de matar e morrer por mim. Uma pessoa que largasse tudo, sem pensar, sem questionar e viesse atrás de mim aonde eu estivesse. Alguém tão cego de ciúmes que não me deixasse sair de casa sozinha. Alguém tão apaixonado por mim que sugaria cada segundo da minha vida para não perder nada e poder viver tudo junto comigo, na mesma intensidade que eu vivo. Uma pessoa que construa uma casinha de vidro pra me colocar sentada lá dentro, protegida do resto do mundo. Aquela pessoa que quer tanto fazer parte da minha vida, que deseja até entrar nos meus sonhos para saber o que eu vivo enquanto durmo.
Não. Eu nunca quis.
A única coisa que eu queria era alguém que ficasse comigo porque me ama e só. Sem exageros, sem excessos, sem complicações, sem loucuras. O tipo de amor que me permite amar de volta porque é o que eu também sinto, na medida que eu sinto, sem trocas ou troco porque um dos dois amou mais que o outro. Alguém que me ame porque-me-ama-porque-sim.
Alguém que fique e esteja comigo por amor. Só amor.
***
Estou numa fase de odiar títulos.
***
Trilha Sonora: A TV, companhia de todos os dias.
Não. Eu nunca quis.
A única coisa que eu queria era alguém que ficasse comigo porque me ama e só. Sem exageros, sem excessos, sem complicações, sem loucuras. O tipo de amor que me permite amar de volta porque é o que eu também sinto, na medida que eu sinto, sem trocas ou troco porque um dos dois amou mais que o outro. Alguém que me ame porque-me-ama-porque-sim.
Alguém que fique e esteja comigo por amor. Só amor.
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Estou numa fase de odiar títulos.
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Trilha Sonora: A TV, companhia de todos os dias.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
A Ordem da Coisas
Depois que passa aquele primeiro momento, do impacto da decepção, vem a tristeza. Depois da tristeza, quando ela começa a doer menos, vem a raiva de ter se deixado decepcionar, porque só se decepciona quem acredita em uma coisa que acaba não acontecendo ou não sendo. E só acredita quem quer.
Aí, então, quando passa a raiva, a tristeza meio que volta, mas já não é mais a mesma tristeza. É uma coisa mais leve, que dói, mas não machuca lá no fundo. Porque lá no fundo já existe outra coisa que ocupa todo o espaço: a saudade. Aquela saudade vazia, uma saudade não-sei-do-quê.
E é só isso que resta.
***
Trilha Sonora: Hands Clean - Alanis.
Aí, então, quando passa a raiva, a tristeza meio que volta, mas já não é mais a mesma tristeza. É uma coisa mais leve, que dói, mas não machuca lá no fundo. Porque lá no fundo já existe outra coisa que ocupa todo o espaço: a saudade. Aquela saudade vazia, uma saudade não-sei-do-quê.
E é só isso que resta.
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Trilha Sonora: Hands Clean - Alanis.
Casamento: só em sonho.
Já contei aqui no blog sobre aquele sonho que me persegue, onde eu vou me casar e nunca vejo e nem sei quem é o noivo e algo sempre me atrapalha/me deixa nervosa.
Essa noite (na verdade esse é um post programado, e esse sonho aconteceu na noite de sábado para domingo dessa semana) sonhei, de novo, que eu ia me casar.
Eu estava vestida de noiva, um vestido lindo, divino, maravilhoso. E o casamento seria ao ar livre, como eu sempre quis.
Só que, como sempre, tinha um problema: meu cabelo. Não estava escovado e nem penteado. Estava só lavado e muito molhado ainda. A solução que alguém encontrou foi que eu entrasse no local da cerimônia, que não era uma igreja, usando uma toalha na cabeça. Uma toalha verde piscina (também conhecido como azul piscina. É daquelas cores que eu nunca soube dizer direito qual é). Super descombinando com o meu vestido branco luxo e a decoração branca fina do local. Mas eu entrei.
Quando cheguei ao altar, alguém me avisou que o noivo não estava lá porque era um casamento judaico, já que o noivo era judeu e ele não viria até que a cerimônia terminasse. Ele ficaria num cômodo ao lado, aguardando para entrar no final só. Segundo a tradição deles (que eu acho que é a tradição que o meu cérebro inventou), eu devia assumir o compromisso do matrimônio com toooooda a parentaiada dele que estava presente no altar, junto comigo. Depois que estivesse tudo certinho, ele viria.
Mas... Eu sabia quem era o noivo dessa vez. Pela primeira vez, em todos esses anos sonhando com o meu casamento, eu vi o noivo. Do altar, eu conseguia enxergar uma salinha onde ele estava "guardado".
E ele estava lindo, de terno todo preto, gravata, vermelha ou vinho (não sei, gente, tava longe) e cabelo penteadinho no estilo vaca lambeu. Bem, o noivo era justamente o Sr. Namorado (que agora, na verdade, não é mais o namorado, mas meu cérebro deve estar trabalhando com algumas semanas de atraso no seu calendário onírico).
Só que a cerimônia foi meio tumultuada e, no final das contas, ele não veio pro altar e eu acabei, mais uma vez, meio que ficando sem o noivo.
Preciso dizer que não gostei desse sonho, como sempre?
Também não preciso dizer que quero algum leitor entendido de sonhos para vir analisar tudo isso aqui e me dizer se isso é um bom ou mau sinal, né? Nos comentários ou no meu e-mail, s'il vous plaît.
***
Trilha Sonora: No Recreio - Cássia Eller. "Eu só queria me casar com alguém igual a você E alguém igual não há de ter". Coincidências da madrugada.
***
Trilha Sonora n°2: Por Onde Andei - Nando Reis. Enquanto eu terminava de formatar o post, começou essa, linda, linda, linda. "Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava?"
Essa noite (na verdade esse é um post programado, e esse sonho aconteceu na noite de sábado para domingo dessa semana) sonhei, de novo, que eu ia me casar.
Eu estava vestida de noiva, um vestido lindo, divino, maravilhoso. E o casamento seria ao ar livre, como eu sempre quis.
Só que, como sempre, tinha um problema: meu cabelo. Não estava escovado e nem penteado. Estava só lavado e muito molhado ainda. A solução que alguém encontrou foi que eu entrasse no local da cerimônia, que não era uma igreja, usando uma toalha na cabeça. Uma toalha verde piscina (também conhecido como azul piscina. É daquelas cores que eu nunca soube dizer direito qual é). Super descombinando com o meu vestido branco luxo e a decoração branca fina do local. Mas eu entrei.
Quando cheguei ao altar, alguém me avisou que o noivo não estava lá porque era um casamento judaico, já que o noivo era judeu e ele não viria até que a cerimônia terminasse. Ele ficaria num cômodo ao lado, aguardando para entrar no final só. Segundo a tradição deles (que eu acho que é a tradição que o meu cérebro inventou), eu devia assumir o compromisso do matrimônio com toooooda a parentaiada dele que estava presente no altar, junto comigo. Depois que estivesse tudo certinho, ele viria.
Mas... Eu sabia quem era o noivo dessa vez. Pela primeira vez, em todos esses anos sonhando com o meu casamento, eu vi o noivo. Do altar, eu conseguia enxergar uma salinha onde ele estava "guardado".
E ele estava lindo, de terno todo preto, gravata, vermelha ou vinho (não sei, gente, tava longe) e cabelo penteadinho no estilo vaca lambeu. Bem, o noivo era justamente o Sr. Namorado (que agora, na verdade, não é mais o namorado, mas meu cérebro deve estar trabalhando com algumas semanas de atraso no seu calendário onírico).
Só que a cerimônia foi meio tumultuada e, no final das contas, ele não veio pro altar e eu acabei, mais uma vez, meio que ficando sem o noivo.
Preciso dizer que não gostei desse sonho, como sempre?
Também não preciso dizer que quero algum leitor entendido de sonhos para vir analisar tudo isso aqui e me dizer se isso é um bom ou mau sinal, né? Nos comentários ou no meu e-mail, s'il vous plaît.
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Trilha Sonora: No Recreio - Cássia Eller. "Eu só queria me casar com alguém igual a você E alguém igual não há de ter". Coincidências da madrugada.
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Trilha Sonora n°2: Por Onde Andei - Nando Reis. Enquanto eu terminava de formatar o post, começou essa, linda, linda, linda. "Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava?"
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