Depois que passa aquele primeiro momento, do impacto da decepção, vem a tristeza. Depois da tristeza, quando ela começa a doer menos, vem a raiva de ter se deixado decepcionar, porque só se decepciona quem acredita em uma coisa que acaba não acontecendo ou não sendo. E só acredita quem quer.
Aí, então, quando passa a raiva, a tristeza meio que volta, mas já não é mais a mesma tristeza. É uma coisa mais leve, que dói, mas não machuca lá no fundo. Porque lá no fundo já existe outra coisa que ocupa todo o espaço: a saudade. Aquela saudade vazia, uma saudade não-sei-do-quê.
E é só isso que resta.
***
Trilha Sonora: Hands Clean - Alanis.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Casamento: só em sonho.
Já contei aqui no blog sobre aquele sonho que me persegue, onde eu vou me casar e nunca vejo e nem sei quem é o noivo e algo sempre me atrapalha/me deixa nervosa.
Essa noite (na verdade esse é um post programado, e esse sonho aconteceu na noite de sábado para domingo dessa semana) sonhei, de novo, que eu ia me casar.
Eu estava vestida de noiva, um vestido lindo, divino, maravilhoso. E o casamento seria ao ar livre, como eu sempre quis.
Só que, como sempre, tinha um problema: meu cabelo. Não estava escovado e nem penteado. Estava só lavado e muito molhado ainda. A solução que alguém encontrou foi que eu entrasse no local da cerimônia, que não era uma igreja, usando uma toalha na cabeça. Uma toalha verde piscina (também conhecido como azul piscina. É daquelas cores que eu nunca soube dizer direito qual é). Super descombinando com o meu vestido branco luxo e a decoração branca fina do local. Mas eu entrei.
Quando cheguei ao altar, alguém me avisou que o noivo não estava lá porque era um casamento judaico, já que o noivo era judeu e ele não viria até que a cerimônia terminasse. Ele ficaria num cômodo ao lado, aguardando para entrar no final só. Segundo a tradição deles (que eu acho que é a tradição que o meu cérebro inventou), eu devia assumir o compromisso do matrimônio com toooooda a parentaiada dele que estava presente no altar, junto comigo. Depois que estivesse tudo certinho, ele viria.
Mas... Eu sabia quem era o noivo dessa vez. Pela primeira vez, em todos esses anos sonhando com o meu casamento, eu vi o noivo. Do altar, eu conseguia enxergar uma salinha onde ele estava "guardado".
E ele estava lindo, de terno todo preto, gravata, vermelha ou vinho (não sei, gente, tava longe) e cabelo penteadinho no estilo vaca lambeu. Bem, o noivo era justamente o Sr. Namorado (que agora, na verdade, não é mais o namorado, mas meu cérebro deve estar trabalhando com algumas semanas de atraso no seu calendário onírico).
Só que a cerimônia foi meio tumultuada e, no final das contas, ele não veio pro altar e eu acabei, mais uma vez, meio que ficando sem o noivo.
Preciso dizer que não gostei desse sonho, como sempre?
Também não preciso dizer que quero algum leitor entendido de sonhos para vir analisar tudo isso aqui e me dizer se isso é um bom ou mau sinal, né? Nos comentários ou no meu e-mail, s'il vous plaît.
***
Trilha Sonora: No Recreio - Cássia Eller. "Eu só queria me casar com alguém igual a você E alguém igual não há de ter". Coincidências da madrugada.
***
Trilha Sonora n°2: Por Onde Andei - Nando Reis. Enquanto eu terminava de formatar o post, começou essa, linda, linda, linda. "Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava?"
Essa noite (na verdade esse é um post programado, e esse sonho aconteceu na noite de sábado para domingo dessa semana) sonhei, de novo, que eu ia me casar.
Eu estava vestida de noiva, um vestido lindo, divino, maravilhoso. E o casamento seria ao ar livre, como eu sempre quis.
Só que, como sempre, tinha um problema: meu cabelo. Não estava escovado e nem penteado. Estava só lavado e muito molhado ainda. A solução que alguém encontrou foi que eu entrasse no local da cerimônia, que não era uma igreja, usando uma toalha na cabeça. Uma toalha verde piscina (também conhecido como azul piscina. É daquelas cores que eu nunca soube dizer direito qual é). Super descombinando com o meu vestido branco luxo e a decoração branca fina do local. Mas eu entrei.
Quando cheguei ao altar, alguém me avisou que o noivo não estava lá porque era um casamento judaico, já que o noivo era judeu e ele não viria até que a cerimônia terminasse. Ele ficaria num cômodo ao lado, aguardando para entrar no final só. Segundo a tradição deles (que eu acho que é a tradição que o meu cérebro inventou), eu devia assumir o compromisso do matrimônio com toooooda a parentaiada dele que estava presente no altar, junto comigo. Depois que estivesse tudo certinho, ele viria.
Mas... Eu sabia quem era o noivo dessa vez. Pela primeira vez, em todos esses anos sonhando com o meu casamento, eu vi o noivo. Do altar, eu conseguia enxergar uma salinha onde ele estava "guardado".
E ele estava lindo, de terno todo preto, gravata, vermelha ou vinho (não sei, gente, tava longe) e cabelo penteadinho no estilo vaca lambeu. Bem, o noivo era justamente o Sr. Namorado (que agora, na verdade, não é mais o namorado, mas meu cérebro deve estar trabalhando com algumas semanas de atraso no seu calendário onírico).
Só que a cerimônia foi meio tumultuada e, no final das contas, ele não veio pro altar e eu acabei, mais uma vez, meio que ficando sem o noivo.
Preciso dizer que não gostei desse sonho, como sempre?
Também não preciso dizer que quero algum leitor entendido de sonhos para vir analisar tudo isso aqui e me dizer se isso é um bom ou mau sinal, né? Nos comentários ou no meu e-mail, s'il vous plaît.
***
Trilha Sonora: No Recreio - Cássia Eller. "Eu só queria me casar com alguém igual a você E alguém igual não há de ter". Coincidências da madrugada.
***
Trilha Sonora n°2: Por Onde Andei - Nando Reis. Enquanto eu terminava de formatar o post, começou essa, linda, linda, linda. "Será que eu sei que você é mesmo tudo aquilo que me faltava?"
terça-feira, 21 de junho de 2011
Trilha Sonora
Ver você roubar meus sonhos
É melhor que esquecê-los
Eu não posso voltar
Eu não preciso voltar atrás
Se alguém me dissesse antes
Tudo o que já ouvi nessa tarde
Eu nem iria te olhar
Eu nem iria te encarar
Porque eu nunca me canso de fazer planos
Nunca me canso dos meus cadernos, nunca
Se alguém me dissesse antes
Tudo o que já ouvi nessa tarde
Eu nem iria te olhar
Eu nem iria te encarar
Porque eu nunca me canso de fazer planos
Nunca me canso dos meus cadernos, nunca
Eu nunca me canso de fazer planos
nunca me canso dos cadernos, nunca
Por onde for vou me lembrar
De escrever, de recordar
As noites de abrigo, e os móveis antigos
Porque eu nunca me canso
Eu nunca me canso, nunca
Ouça aqui, vale a pena.
Sobre:
Aqui dentro,
Música
domingo, 19 de junho de 2011
Talvez um recomeço
Nunca pensei que eu fosse capaz de dar passos tão grandes na minha vida. Sempre me considerei medrosa e insegura e eu talvez seja mesmo medrosa e insegura. Mas isso nunca me impediu de correr riscos, de me jogar na frente dos carros para atravessar a rua e de enfrentar uma mudança sozinha, deixando tudo pra trás sem saber o que encontraria pela frente.
Fiz isso mais de uma vez, com coisas menores e coisas realmente importantes. Larguei uma faculdade que estava quase no final, deixei família e amigos para trás por causa de um emprego que eu nem sabia onde ficava direito, viajei horas para encontrar uma pessoa que eu só conhecia por msn e amava como se eu conhecesse desde sempre, desisti dessa pessoa quando achei que nossos planos não estavam mais caminhando em harmonia... Não me arrependo de nada disso. Tudo acabou dando certo pelo tempo que devia dar.
Agora estou a um passo de largar tudo de novo. Talvez mudar de casa, mudar de cidade, mudar de ambiente de trabalho e retomar a faculdade de onde eu parei. E é talvez porque não depende da minha vontade. Depende de coisas que estão além de mim.
Não sei se cabe alguma coisa na minha mala. Não sei nem se é necessário que eu tenha uma mala para levar coisas. Talvez o que seja realmente importante, eu nem precise carregar comigo, porque vai me acompanhar independente do caminho que eu siga. E o mais importante: vai me acompanhar ao meu lado, não atrás de mim.***
Trilha Sonora: Malibu - Hole. "(...) I walk into the waves And the sun goes down I watch you slip away And I walk (...)"
Sobre:
(re)começo,
Aqui dentro
Atendendo a pedidos (um pedido só, na verdade, da Aline Love), mais uma do meu trabalho e outra prova de que mereço um quadrinho de funcionária do mês.
Esses dias, me pediram para avisar o Sr. Meu Chefe que o lanche estava pronto e era pra ele ir lá comer bolinho de chuva. Fui lá levar o recado como boa moleque de recado que sou. Detalhe importante: ele estava mexendo com tinta, pintando a quadra da escola. Puta tinta fedida, que estava me dando dores de cabeça há horas.
- Mandaram avisar que tá pronto o lanche. É pra você ir lá comer. E mandaram avisar que tem bolinho de chuva.
- Hmmm! Bolinho de chuva! Vou lá comer agor...
- É, vai comer, mas faz o favor de ir lavar essa mão antes que esse cheiro de tinta tá foda, viu!
- ... [insira aqui uma cara de "oi? conhece respeito e hierarquia?"]
- Tá fedendo muito! Lava direito isso aí antes que eu vá embora de tanta dor de cabeça.
- Ahn... Tá. Vou lavar.
Aprenderam como se trata um chefe?***
Trilha Sonora: Poema - Ney Matogrosso. Coisa mais linda essa música.
Assinar:
Postagens (Atom)
