Eu tentei abandonar esse blog, como já disse, mas não consegui. Não me apeguei ao blog novo, não consegui postar mais que 2x lá, então acabei de colocá-lo em modo privado, aproveitei meu momento de ócio (tô de férias, Alice na escola) e vim aqui para tagarelar à toa que é uma coisa que adoro fazer e é pra isso que eu venho na internet.
Outra coisa que me fez querer abrir o painel do blog foi o comentário que a Yasmin deixou aqui. É realmente estranho pra quem costumava visitar blogs, fazer amigos, comentar em tudo, conhecer histórias e lugares através de muitos textos e poucas fotos... ficar um tempo ausente e de repente voltar e perceber que tudo mudou. Ou, mesmo sem ficar ausente, apenas observar do seu canto enquanto todo mundo vai sumindo, os assuntos vão perdendo a graça, o foco mudando, as gírias indo e vindo... E de repente tudo virou um enorme arquivo digital do que um dia foi o movimentado mundo blogger.
Acho que os blogs como o meu, pequenos diários sobre o cotidiano, perderam espaço para os perfis do Instagram. Apesar que tem de tudo lá, né? Tem diarinhos e rotina das pessoas fotogênicas, tem política, casa limpa, culinária, tirinhas, humor, vendas, maquiagem, artesanato, etc... Eu mesma, pagando minha língua, como sempre, adoro o Instagram hoje em dia. Viciei em stories bobos, tanto quanto viciei em twitter, que eu também detestava quando era mais ativa aqui no blog.
Eu criticava porque antes adorava um textão, tinha tempo pra escrever e liberdade para aproveitar a inspiração quando ela surgia. Agora, com a correria de trabalho e criança em casa, vivo cansada demais para, depois de colocar a Alice na cama, ainda ligar o computador e me sentar confortavelmente para escrever, revisar e postar um belo textão sobre uma bobeira que aconteceu no meu dia e "tá aí! um tema pro post de hoje!". Porque eu funcionava assim: escrevia no exato momento da inspiração ou passava o dia guardando aquele fato e já trabalhando na mente para postar de madrugada, quando eu mais gostava de ficar na internet. Agora... Pfff... Se eu conseguir encerrar uma conversa no whatsapp com um "beijo, boa noite" sem dormir de repente já é lucro. O esgotamento mental e físico é tanto, que fico meses sem nem ligar o computador. E assim eu perco inspiração para bons posts e esqueço temas que, em outros tempos, teriam rendido boas discussões nos comentários. E tem isso também: grande parte da diversão dos blogs era a troca de comentários, aquele bate papo que rolava entre quem pensava diferente e sabia respeitar a opinião do colega ou que pensava igual e de tão igual, virava amigo/vizinho de blog. Hoje a gente posta (quando posta, quem ainda posta) e meio que fala com as paredes. Não tem troca, não tem palpite, não tem crítica, não tem sugestão de tema. E, pra falar sozinha, eu falo no twitter, que de vez em quando alguém responde e eu não preciso estar confortavelmente sentada para postar. Com uma mão só eu consigo falar sozinha em poucos ou muitos segundos, conforme a necessidade do momento. É prático e muito cômodo. Blog dava muito trabalho, sinceramente. Manter em dia, escrever bonito e sem abreviar as palavras, mexer no layout de vez em quando, atualizar os negocinhos da barra lateral (widgets?)... Mas era um trabalho gostoso, rendia bons frutos e me rendeu bons amigos.
Enfim, nem vou dizer que tentarei postar mais, etc e tal, porque não tenho nem esperanças de conseguir recuperar aquela rotina e pique de 10 anos atrás. Mas não pretendo mais acabar com o blog também. Vai ficando aí. Um dia ele sai do ar sozinho ou eu descubro o que fazer com ele mesmo sem ter tempo pra ele.
E, caso ainda haja alguém por aí, dá um oi!
***
Trilha Sonora: Golden Dandelions - Barns Courtney. Nunca tinha ouvido, tá tocando no meu Daily Mix do Spotify e tô gostando.
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quinta-feira, 30 de maio de 2019
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Um projeto de Ano Novo
O blog anda parado, eu sei. É que a vida anda corrida demais, a cabeça anda cheia demais e o tempo curto demais.
Esse 2014 foi complicadíssimo pra mim e minha família. Teve mudança de cidade às pressas por questões de segurança, teve meu pai na UTI agora no comecinho de dezembro, teve meu coração partido inúmeras vezes, teve trabalho pra caramba o ano todo com sistemas da Educação mudando e a gente tendo que se adequar e organizar tudo pra alimentar corretamente (e realimentar, colocar pra arrotar, trocar fralda, afagar, dar bronca...), teve internet falhando (ainda tem. Na casa nova ela não funciona direito no meu quarto), teve dinheiro faltando, teve choro, teve briga, teve muita noite em claro com Alice desregulando completamente o relógio biológico dela e o meu por consequência, teve desencontro, teve decepção, teve fofoca do mal, teve bolha no pé, teve projeto abandonado no meio do caminho, teve... Deu pra entender, né?
E não é que uma bolha no pé tenha o mesmo peso do meu pai ter ficado na UTI. É só que foi um ano realmente esquisito, cheio de espinhos e coisas chatas. Não posso dizer que foi um ano ruim, porque Graças a Deus tive 365 dias de vida ao lado das pessoas que amo e, tirando a saúde do meu pai que fraquejou, estamos e estivemos todos vivos e respirando diariamente. Mas sabe aquele ano que parece não dar uma folguinha? Quando uma coisa melhora, vem outra e dá uma desandada. Quando uma relação se ajeita, vem alguém e bagunça tudo.
Mas tá acabando e, apesar dos contratempos todos, foi um ano recorde no quesito "passou que eu nem vi".
O próximo ano tem tudo para ser mais leve e, pra me estimular a fazer dele melhor do que foi esse, resolvi começar um projeto 101 em 1001.
Pra quem não conhece, funciona assim: você faz uma lista de 101 coisas que quer fazer e tenta realizar tudo dentro do prazo máximo de 1001 dias (que são o equivalente a......... *Camila fazendo contas*........ 2 anos e 9 meses). Pra coisa ficar interessante, você precisa escolher metas desafiadoras de alguma forma, coisas que você nunca fez ou que deixou de fazer por alguma razão que a ciência desconhece e a fé não explica.
A minha lista ficou até que simples, mas tá cheia de coisas que eu nunca fiz ou deixei de fazer por pura e simples preguiça. E, no fim das contas, se eu conseguir fazer quase tudo terei deixado a preguiça de lado.
Se você quiser brincar, pode adaptar os temas. Já vi 101 em 1001 literário, de séries, de música, de vida saudável... Dá pra inventar muita coisa.
Pra colocar o projeto no blog vou tentar postar 1 vez por semana atualizando as metas alcançadas e, na página anexa que criei com a lista, vou riscando os itens cumpridos. Quem quiser me acompanhar, pode deixar comentários encorajando, rindo da minha cara, palpitando, dando dicas pra facilitar meu lado, me mandando dinheiro,me mandando fotos de belos homens desnudos,... ou pode adaptar minha lista e começar um projeto também.
O meu começa a valer em 01/01/2015 e assim que eu conseguir achar um contador que preste (também aceito dicas pra isso, por favor), vou colocar ali no cantinho do blog pra ir me pressionando e a coisa andar rápido.
Enfim, espero que isso me anime a postar mais no ano que vem e que anime outras pessoas a se desafiarem pra uma vida mais divertida e um ano mais leve.
Talvez eu ainda volte antes do dia 31 pra colocar no ar um dos 2565466255685 rascunhos que tenho guardados no blog. Se eu não voltar, desejo do fundo do meu coração que todos vocês e as pessoas que vocês amam tenham um 2015 lindo, maravilhoso, cheiroso e tranquilo.
Nos vemos lá!
_o/
***
Trilha Sonora: Bad Girls - M.I.A. Tô viciada nessa música há meses, desde que ouvi na trilha de Orphan Black, que aliás é um dos temas dos rascunhos que preciso postar.
Esse 2014 foi complicadíssimo pra mim e minha família. Teve mudança de cidade às pressas por questões de segurança, teve meu pai na UTI agora no comecinho de dezembro, teve meu coração partido inúmeras vezes, teve trabalho pra caramba o ano todo com sistemas da Educação mudando e a gente tendo que se adequar e organizar tudo pra alimentar corretamente (e realimentar, colocar pra arrotar, trocar fralda, afagar, dar bronca...), teve internet falhando (ainda tem. Na casa nova ela não funciona direito no meu quarto), teve dinheiro faltando, teve choro, teve briga, teve muita noite em claro com Alice desregulando completamente o relógio biológico dela e o meu por consequência, teve desencontro, teve decepção, teve fofoca do mal, teve bolha no pé, teve projeto abandonado no meio do caminho, teve... Deu pra entender, né?
E não é que uma bolha no pé tenha o mesmo peso do meu pai ter ficado na UTI. É só que foi um ano realmente esquisito, cheio de espinhos e coisas chatas. Não posso dizer que foi um ano ruim, porque Graças a Deus tive 365 dias de vida ao lado das pessoas que amo e, tirando a saúde do meu pai que fraquejou, estamos e estivemos todos vivos e respirando diariamente. Mas sabe aquele ano que parece não dar uma folguinha? Quando uma coisa melhora, vem outra e dá uma desandada. Quando uma relação se ajeita, vem alguém e bagunça tudo.
Mas tá acabando e, apesar dos contratempos todos, foi um ano recorde no quesito "passou que eu nem vi".
O próximo ano tem tudo para ser mais leve e, pra me estimular a fazer dele melhor do que foi esse, resolvi começar um projeto 101 em 1001.
Pra quem não conhece, funciona assim: você faz uma lista de 101 coisas que quer fazer e tenta realizar tudo dentro do prazo máximo de 1001 dias (que são o equivalente a......... *Camila fazendo contas*........ 2 anos e 9 meses). Pra coisa ficar interessante, você precisa escolher metas desafiadoras de alguma forma, coisas que você nunca fez ou que deixou de fazer por alguma razão que a ciência desconhece e a fé não explica.
A minha lista ficou até que simples, mas tá cheia de coisas que eu nunca fiz ou deixei de fazer por pura e simples preguiça. E, no fim das contas, se eu conseguir fazer quase tudo terei deixado a preguiça de lado.
Se você quiser brincar, pode adaptar os temas. Já vi 101 em 1001 literário, de séries, de música, de vida saudável... Dá pra inventar muita coisa.
Pra colocar o projeto no blog vou tentar postar 1 vez por semana atualizando as metas alcançadas e, na página anexa que criei com a lista, vou riscando os itens cumpridos. Quem quiser me acompanhar, pode deixar comentários encorajando, rindo da minha cara, palpitando, dando dicas pra facilitar meu lado, me mandando dinheiro,
O meu começa a valer em 01/01/2015 e assim que eu conseguir achar um contador que preste (também aceito dicas pra isso, por favor), vou colocar ali no cantinho do blog pra ir me pressionando e a coisa andar rápido.
Enfim, espero que isso me anime a postar mais no ano que vem e que anime outras pessoas a se desafiarem pra uma vida mais divertida e um ano mais leve.
Talvez eu ainda volte antes do dia 31 pra colocar no ar um dos 2565466255685 rascunhos que tenho guardados no blog. Se eu não voltar, desejo do fundo do meu coração que todos vocês e as pessoas que vocês amam tenham um 2015 lindo, maravilhoso, cheiroso e tranquilo.
Nos vemos lá!
_o/
***
Trilha Sonora: Bad Girls - M.I.A. Tô viciada nessa música há meses, desde que ouvi na trilha de Orphan Black, que aliás é um dos temas dos rascunhos que preciso postar.
Sobre:
101 em 1001,
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lista
sábado, 25 de outubro de 2014
Indicações
Já ia me esquecendo:
Dia desses, passeando por indicações de links em outros blogs, fui parar nesse post aqui do Vida Expressa. Me identifiquei tanto com o tema, que deixei um comentário enorme que evoluiu para uma troca de e-mails entre a Naira (que moça mais linda, gente!) e eu e aí surgiu um convite dela para um post meu sobre o assunto. Aceitei facinho e o post que saiu foi esse aqui: Amor Próprio a Gente Constrói, falando da pressão familiar que sofri a vida toda para ser mais magra, mais feminina, mais delicada.
Então, além da auto-promoção, tô indicando o blog todo porque é uma delícia de ir fuçando e lendo e comentando e pensando... O tipo de blog que gosto de ler sem pressa, com tempo de sobra e mente aberta para aproveitar cada vírgula.
Outra indicação/novidade é que estou ajudando a Gabi (que moça mais linda, gente!² Mas ela é amor antigo e já sabe disso) na administração de uma página no facebook, a Todo Ponto. É uma página sobre literatura, basicamente. Quando temos um tempinho rola resenha, indicação, fragmentos de livros, link para outras coisas sobre o assunto, etc. É bem legal, pra quem se interessa. Dá uma curtida lá, manda uma contribuição, compartilha. ;)
E, se você não gosta do fb, sem problemas! A página tem também um blog que, apesar de estar sem atualizações há algum tempo, tem coisas bem interessantes por lá e, logo mais (prometo), vai ganhar contribuição minha também.
Então, durante a minha ausência no blog, se alguém perguntar por mim, diz que fui por aí... Mas volto!
P.S.: Continuo lendo e-mail e entrando em redes sociais (Twitter, Instagram, Facebook, etc) sempre que possível, o que significa quase todo dia. Quem quiser falar oi pra mim, só mandar um O+I e eu responderei com prazer.
***
Trilha Sonora: Diz Que Fui Por Aí - Fernanda Takai
Dia desses, passeando por indicações de links em outros blogs, fui parar nesse post aqui do Vida Expressa. Me identifiquei tanto com o tema, que deixei um comentário enorme que evoluiu para uma troca de e-mails entre a Naira (que moça mais linda, gente!) e eu e aí surgiu um convite dela para um post meu sobre o assunto. Aceitei facinho e o post que saiu foi esse aqui: Amor Próprio a Gente Constrói, falando da pressão familiar que sofri a vida toda para ser mais magra, mais feminina, mais delicada.
Então, além da auto-promoção, tô indicando o blog todo porque é uma delícia de ir fuçando e lendo e comentando e pensando... O tipo de blog que gosto de ler sem pressa, com tempo de sobra e mente aberta para aproveitar cada vírgula.
Outra indicação/novidade é que estou ajudando a Gabi (que moça mais linda, gente!² Mas ela é amor antigo e já sabe disso) na administração de uma página no facebook, a Todo Ponto. É uma página sobre literatura, basicamente. Quando temos um tempinho rola resenha, indicação, fragmentos de livros, link para outras coisas sobre o assunto, etc. É bem legal, pra quem se interessa. Dá uma curtida lá, manda uma contribuição, compartilha. ;)
E, se você não gosta do fb, sem problemas! A página tem também um blog que, apesar de estar sem atualizações há algum tempo, tem coisas bem interessantes por lá e, logo mais (prometo), vai ganhar contribuição minha também.
Então, durante a minha ausência no blog, se alguém perguntar por mim, diz que fui por aí... Mas volto!
P.S.: Continuo lendo e-mail e entrando em redes sociais (Twitter, Instagram, Facebook, etc) sempre que possível, o que significa quase todo dia. Quem quiser falar oi pra mim, só mandar um O+I e eu responderei com prazer.
***
Trilha Sonora: Diz Que Fui Por Aí - Fernanda Takai
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Oi, Leitor!
Recebi um e-mail agora há pouco de um leitor do blog perguntando quando eu voltaria a postar, porque ele gosta de vir aqui e sente falta das atualizações.
Podem dizer que eu quero é confete, mas fico feliz, de verdade, quando recebo esse tipo de e-mail ou pedido por msn, como já aconteceu outras vezes. E esse tipo de contato sempre dá um ânimo diferente pra, pelo menos, vir aqui e dar uma satisfação aos que ainda procuram algum post novo (e não estão encontrando).
O que aconteceu, conforme eu respondi ao moço do e-mail e alguns de vocês devem ter imaginado, foi que depois das últimas decepções que tive, o quase fim do blog e coisa e tal, eu perdi o ritmo.
Normalmente eu usaria esses momentos pra escrever mais, reclamar mais e, modéstia à parte, escrever os melhores posts desse blog (gosto mais do que escrevo quando odeio o mundo). Eu até fiz um pouco isso só que, quase junto com o que aconteceu, eu recebi a notícia que está mudando minha vida: vou ter um bebê daqui 6 meses!!!
Bom, vamos por partes pra não confundir as pessoas. Tive uns problemas sérios com o Sr. Namorado. Terminamos. Quando me convenceram que eu passaria muitos anos na cadeia, caso fizesse o que ele merecia, acalmei um pouco e conversamos. Voltamos (tudo meio capengando ainda, não vou mentir, mas voltamos). No dia em que voltamos, eu já estava desconfiando que estava grávida. Falei pra ele e compramos o abençoado teste de farmácia. Positivo.
Fiz exame de sangue no dia seguinte. Positivo.
Fiz exame de sangue e urina duas semanas depois. Positivo.
Não tinha mais o que duvidar, né?
Aí fui atrás de médico e coisa e tal, fiz ultrassom e entre tudo isso, já estou há 3 meses carregando um feijãozinho saltitante dentro da minha barriguinha (só porque sou pequena e pra não ter que dizer barrigona, já que sou gorda com ou sem bebê).
Demorei pra vir contar porque, junto com a alegria imensa da gravidez, ainda tem muita mágoa por tudo o que aconteceu e quando quero escrever fico dividia entre ser uma mãe feliz que só sabe falar do quanto a barriga cresceu e da sensação terrível dos enjoos, e ser uma pessoa azeda que só reclama do quanto as pessoas querem prejudicar minha vida, meu relacionamento e meu trabalho.
Daí é melhor ficar quieta pra não acabar falando coisas que depois vou me arrepender ou que acabem magoando pessoas que, por acaso, podem estar xeretando o blog pra saber coisas que podiam simplesmente me perguntar.
Enfim, o blog tava só dando uma pausa forçada, mas o e-mail que recebi me animou a vir aqui dar uma satisfação pra vocês (não que eu deva satisfação da minha vida pra alguém, né? Vocês não mandam em mim e eu faço o que eu quiser*) e falar um oi.
Então, pra terminar:
Oi, pessoas!
*Essa parte aí quem escreveu foi a Mila que odeia o mundo e é uma grossa.
***
Trilha Sonora: Jornal passando na TV porque sou uma moça culta e bem informada (quando não tem novela passando ou joguinho legal pra brincar na internet).
Sobre:
(re)começo,
Blogs
domingo, 26 de fevereiro de 2012
O começo de um recomeço
Talvez ainda seja cedo para dizer que passou, porque sei que, no fundo e bem lá no fundo, passou coisa nenhuma e talvez nunca passe de verdade.
Acontece que eu já vi esse filme outras vezes, com outros atores e outros enredos e lembro que o fim é sempre muito parecido. Quer dizer, o que chamamos de fim, mas que na real, não tem fim nunca.
O que acontece com a gente nunca tem fim. Uma história se emenda na outra, um amor se vai e deixa as cicatrizes que o próximo amor vai cuidar e colocar o band-aid até que ela feche, mas você vai olhar para aquela marquinha que fica na pele e vai se lembrar que não deve agir da mesma forma que agiu, porque foi aquilo que lhe rendeu aquela cicatriz que virou a marquinha na pele.
E a vida vai seguindo porque a gente não pode parar o mundo e congelar todo mundo à nossa volta até que a gente esteja bem para sair e ver gente e sorrir com o coração e dizer "bom dia, posso ajudar?" para a pessoa que não tem nada a ver com os seus problemas e precisa da sua prestação de serviços diariamente.
Também não leva a nada alimentar uma raiva porque, veja bem, você não escolheu ter raiva. Alguém te faz alguma coisa que causa a raiva. Carregar com você pra todo canto, como uma bolsa pesada a tiracolo é opção sua. E bolsas pesadas causam dor nas costas, dor nas costas causam mau humor e eu não quero ser uma pessoa que rasga a pipa do moleque que caiu no meu quintal por acidente. Não quero ser a velha que fura a bola que bate no portão de casa por acidente. Quero ser aquela que se incomoda, pede para que tomem cuidado, mas devolve. Devolve a bola, a pipa, o bem que me fizeram e, assumo, também o mal que me fizeram mas na exata medida que ele aconteceu. Nada mais e nada menos. Porque não sou trouxa e nem quero ser bruxa.
Passar não passou, deixar de doer não deixou ainda, mas vai doer cada vez mais se eu alimentar isso. Da mesma forma que o amor só vai morrer se eu parar de alimentar. E então eu vou deixar de alimentar esse amor, deixar de alimentar essa dor e esperar que surja no lugar disso tudo algo tão grande quanto, mas, desta vez, que seja melhor e mais bonito. Mais maduro e mais saudável.
Talvez demore, talvez nem aconteça. Mas eu não tenho outra opção a não ser tentar.
Já vi esse filme, eu já estive nele. E quando eu parei de tentar odiar, de tentar guardar o amor, foi que eu consegui respirar e o lugar de tudo aquilo foi ocupado com outras coisas que me fizeram bem.
Enfim, talvez demore, mas o primeiro passo para tentar acender a luz eu já dei. Talvez seja necessário trocar a lâmpada ou verificar a fiação do interruptor, mas o mais importante é que já sei onde ele está e o que preciso fazer para iluminar as coisas de novo.
Um passo de cada vez e logo as coisas estarão de volta ao seu lugar.
***
Sobre o blog, acho que não tem mesmo como eu sair daqui. Os comentários que recebi, e-mails que troquei nesses dias (estou falando da moça mais racional que deu os conselhos mais sensatos e úteis que ouvi nessa semana. Obrigada! De verdade!), coisas que li e tomei como "sinais"... Tudo me fez ver que não posso abrir mão de todas as memórias que tenho guardadas aqui por causa de uma decepção. Tudo isso já existia antes do ocorrido e vai continuar existindo. Vou dar uma selecionada nos posts que quero que voltem, mas aos poucos, quase tudo vai reaparecer nos arquivos. Não seria justo comigo sumir assim com as minhas memórias que, se não fossem tão importantes, não teriam vindo parar aqui. Enfim... Pediram que eu desse tempo ao tempo e uma semana foi tudo o que eu precisei para ver que esse conselho estava certo.
Obrigada aos leitores que gostam tanto do blog e que teriam me seguido pra qualquer canto que eu tivesse escolhido ir. =)
***
Trilha Sonora: Eu Me Acerto - Zélia Duncan. Talvez estar ouvindo há tantas horas tenha me ajudado a refletir.
Acontece que eu já vi esse filme outras vezes, com outros atores e outros enredos e lembro que o fim é sempre muito parecido. Quer dizer, o que chamamos de fim, mas que na real, não tem fim nunca.
O que acontece com a gente nunca tem fim. Uma história se emenda na outra, um amor se vai e deixa as cicatrizes que o próximo amor vai cuidar e colocar o band-aid até que ela feche, mas você vai olhar para aquela marquinha que fica na pele e vai se lembrar que não deve agir da mesma forma que agiu, porque foi aquilo que lhe rendeu aquela cicatriz que virou a marquinha na pele.
E a vida vai seguindo porque a gente não pode parar o mundo e congelar todo mundo à nossa volta até que a gente esteja bem para sair e ver gente e sorrir com o coração e dizer "bom dia, posso ajudar?" para a pessoa que não tem nada a ver com os seus problemas e precisa da sua prestação de serviços diariamente.
Também não leva a nada alimentar uma raiva porque, veja bem, você não escolheu ter raiva. Alguém te faz alguma coisa que causa a raiva. Carregar com você pra todo canto, como uma bolsa pesada a tiracolo é opção sua. E bolsas pesadas causam dor nas costas, dor nas costas causam mau humor e eu não quero ser uma pessoa que rasga a pipa do moleque que caiu no meu quintal por acidente. Não quero ser a velha que fura a bola que bate no portão de casa por acidente. Quero ser aquela que se incomoda, pede para que tomem cuidado, mas devolve. Devolve a bola, a pipa, o bem que me fizeram e, assumo, também o mal que me fizeram mas na exata medida que ele aconteceu. Nada mais e nada menos. Porque não sou trouxa e nem quero ser bruxa.
Passar não passou, deixar de doer não deixou ainda, mas vai doer cada vez mais se eu alimentar isso. Da mesma forma que o amor só vai morrer se eu parar de alimentar. E então eu vou deixar de alimentar esse amor, deixar de alimentar essa dor e esperar que surja no lugar disso tudo algo tão grande quanto, mas, desta vez, que seja melhor e mais bonito. Mais maduro e mais saudável.
Talvez demore, talvez nem aconteça. Mas eu não tenho outra opção a não ser tentar.
Já vi esse filme, eu já estive nele. E quando eu parei de tentar odiar, de tentar guardar o amor, foi que eu consegui respirar e o lugar de tudo aquilo foi ocupado com outras coisas que me fizeram bem.
Enfim, talvez demore, mas o primeiro passo para tentar acender a luz eu já dei. Talvez seja necessário trocar a lâmpada ou verificar a fiação do interruptor, mas o mais importante é que já sei onde ele está e o que preciso fazer para iluminar as coisas de novo.
Um passo de cada vez e logo as coisas estarão de volta ao seu lugar.
***
Sobre o blog, acho que não tem mesmo como eu sair daqui. Os comentários que recebi, e-mails que troquei nesses dias (estou falando da moça mais racional que deu os conselhos mais sensatos e úteis que ouvi nessa semana. Obrigada! De verdade!), coisas que li e tomei como "sinais"... Tudo me fez ver que não posso abrir mão de todas as memórias que tenho guardadas aqui por causa de uma decepção. Tudo isso já existia antes do ocorrido e vai continuar existindo. Vou dar uma selecionada nos posts que quero que voltem, mas aos poucos, quase tudo vai reaparecer nos arquivos. Não seria justo comigo sumir assim com as minhas memórias que, se não fossem tão importantes, não teriam vindo parar aqui. Enfim... Pediram que eu desse tempo ao tempo e uma semana foi tudo o que eu precisei para ver que esse conselho estava certo.
Obrigada aos leitores que gostam tanto do blog e que teriam me seguido pra qualquer canto que eu tivesse escolhido ir. =)
***
Trilha Sonora: Eu Me Acerto - Zélia Duncan. Talvez estar ouvindo há tantas horas tenha me ajudado a refletir.
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Avisos aos navegantes
Sei que uma ou outra pessoa ainda vem aqui com alguma frequência em busca de atualizações, histórias bizarras da minha vida, vexames que eu passo, desastres e coisas fofas de gente apaixonada.
Acontece que, devido a acontecimentos recentes, estou pensando em dar um parada por uns tempos nesse blog e, se eu resolver voltar, pretendo trocar de endereço, de ares, de decoração e tudo mais.
Como eu sou uma pessoa legal, que pensa no bem estar alheio, gostaria que vocês deixassem seus lindos e-mails aqui nos comentários, pra eu poder avisar um a um, com um e-mail personalizado, perfumado e cheio de carinho, quando eu estiver de volta no canto novo.
Gosto daqui e de tudo que já postei, de tudo que vocês comentaram e as amizades que fiz por causa do blog; mas acho que, como uma Caixa de Sapato mesmo, onde vamos guardando lembranças, chega um momento em que precisamos esvaziar e colocar coisas novas nela ou, mais fácil ainda, lacrar tudo e esquecê-la debaixo da cama, empoeirando até o dia em que você sente saudade e abre para rever seus tesouros.
É o que vou fazer aqui.
Então, se alguém quiser saber pra onde eu vou (quando eu for), já sabem o que fazer.
Se preferirem, mandem o endereço direto pro meu e-mail e aproveitem para me mandar um oi pra eu saber que vocês não são todos computadores treinados para ler blogs e roubar informações (meu e-mail é eudesouzalves @yahoo.com.br - tirem o espaço quando forem copiar).
Bem... Isso é um até logo, então.
***
Trilha Sonora: You Belong To Me - Carla Bruni. Minha irmã viciou e é só o que ela ouve agora, pra minha sorte.
Acontece que, devido a acontecimentos recentes, estou pensando em dar um parada por uns tempos nesse blog e, se eu resolver voltar, pretendo trocar de endereço, de ares, de decoração e tudo mais.
Como eu sou uma pessoa legal, que pensa no bem estar alheio, gostaria que vocês deixassem seus lindos e-mails aqui nos comentários, pra eu poder avisar um a um, com um e-mail personalizado, perfumado e cheio de carinho, quando eu estiver de volta no canto novo.
Gosto daqui e de tudo que já postei, de tudo que vocês comentaram e as amizades que fiz por causa do blog; mas acho que, como uma Caixa de Sapato mesmo, onde vamos guardando lembranças, chega um momento em que precisamos esvaziar e colocar coisas novas nela ou, mais fácil ainda, lacrar tudo e esquecê-la debaixo da cama, empoeirando até o dia em que você sente saudade e abre para rever seus tesouros.
É o que vou fazer aqui.
Então, se alguém quiser saber pra onde eu vou (quando eu for), já sabem o que fazer.
Se preferirem, mandem o endereço direto pro meu e-mail e aproveitem para me mandar um oi pra eu saber que vocês não são todos computadores treinados para ler blogs e roubar informações (meu e-mail é eudesouzalves @yahoo.com.br - tirem o espaço quando forem copiar).
Bem... Isso é um até logo, então.
***
Trilha Sonora: You Belong To Me - Carla Bruni. Minha irmã viciou e é só o que ela ouve agora, pra minha sorte.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Resolução nº3
Fiquei órfã do recurso de compartilhar do Google Reader. Era a segunda melhor coisa do Reader (a primeira é o próprio leitor de feeds) e isso já é assunto velho, super debatido e lamentado pela internet toda. Acabou, acabou, uma pena, sinto muito, paciência.
Daí que eu resolvi que sou muito legal e quero continuar dividindo com o mundo todas as coisas super interessantes que eu vejo no Reader e, como eu tenho também este bloguinho que vive mais abandonado que atualizado, tcharam! vou inaugurar a sessão (ainda sem nome) de compartilhamentos semanais das melhores coisas que achei através do Reader.
Assim eu aproveito e mantenho um ritmo constante de atualizações do blog, como ele era no começo e me fazia tão feliz.
***
Trilha Sonora: Acabou - Roberta Campos.
Daí que eu resolvi que sou muito legal e quero continuar dividindo com o mundo todas as coisas super interessantes que eu vejo no Reader e, como eu tenho também este bloguinho que vive mais abandonado que atualizado, tcharam! vou inaugurar a sessão (ainda sem nome) de compartilhamentos semanais das melhores coisas que achei através do Reader.
Assim eu aproveito e mantenho um ritmo constante de atualizações do blog, como ele era no começo e me fazia tão feliz.
***
Trilha Sonora: Acabou - Roberta Campos.
Sobre:
(re)começo,
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segunda-feira, 11 de julho de 2011
Socorro!
Gente, uma perguntinha: quem usa o Blogger na versão draft (rascunho) ou tradicional, notou essa mudança gigante nas telas (painel, editor de postagens e tudo mais) ou eu fui premiada e estou sendo usada de cobaia?
De qualquer forma, oh, Google, não curti isso aqui, não!
Ficou tudo muito branco, muito grande, muito estranho, muito vazio. E de vazio já basta minha carteira.
Se tivesse o botão de "não curti" eu clicava dez vezes.
Vejam (anotações em vermelho inseridas por mim com a ajuda do Paint):
***
Trilha Sonora: Jornal do SBT me fazendo companhia após a faxina da madrugada (minha mãe tá vindo me visitar e eu preciso fingir que sei cuidar da casa sozinha).
De qualquer forma, oh, Google, não curti isso aqui, não!
Ficou tudo muito branco, muito grande, muito estranho, muito vazio. E de vazio já basta minha carteira.
Se tivesse o botão de "não curti" eu clicava dez vezes.
Enfim, quero meu painel do Blogger Draft de volta.
***
Trilha Sonora: Jornal do SBT me fazendo companhia após a faxina da madrugada (minha mãe tá vindo me visitar e eu preciso fingir que sei cuidar da casa sozinha).
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Palpites sem importância
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Vem, gente!
Finalmente, após meses de enrolação, resolvi colocar no ar o blog novo.
A idéia toda é baseada na minha mania de começar a ler um livro pelo final dele. Se eu gosto do final, leio o livro todo desde o começo. Então, já devem imaginar, né? Um blog só de finais de livros.
Se você não gosta de saber como termina a história, nem visite.
Se você é igual a mim e prefere ver antes como termina o livro, vá Para a Estante. E reparem na demora entre o primeiro e o segundo post. Sim, eu começo as coisas e tenho preguiça de prosseguir.
Caso alguém queira colaborar, elogiar, criticar e coisa e tal, façam contato e eu juro que respondo com toda a educação que mamãe me deu.
***
Trilha Sonora: Jota Quest - Sempre Assim. Acho bonitinha. =)
A idéia toda é baseada na minha mania de começar a ler um livro pelo final dele. Se eu gosto do final, leio o livro todo desde o começo. Então, já devem imaginar, né? Um blog só de finais de livros.
Se você não gosta de saber como termina a história, nem visite.
Se você é igual a mim e prefere ver antes como termina o livro, vá Para a Estante. E reparem na demora entre o primeiro e o segundo post. Sim, eu começo as coisas e tenho preguiça de prosseguir.
Caso alguém queira colaborar, elogiar, criticar e coisa e tal, façam contato e eu juro que respondo com toda a educação que mamãe me deu.
***
Trilha Sonora: Jota Quest - Sempre Assim. Acho bonitinha. =)
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
Tragam o bolo e as velas
Este é o post de nº 300 deste simpático e branquelo blog.
Parabéns pra mim!
Obrigada!
***
Trilha Sonora: Qualquer coisa na TV.
Parabéns pra mim!
Obrigada!
![]() |
| Esqueci as velas. |
***
Trilha Sonora: Qualquer coisa na TV.
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Blogs
terça-feira, 29 de junho de 2010
Novidades se aproximam
Não sei se são boas, mas as novidades são:
- Logo, logo minha vida voltará a ter internet sempre, o dia todo, só pra mim. Só faltam uns poucos detalhes para acertar e, no máximo em duas semanas, o blog e todo o resto da minha tralha virtual voltará a ser atualizada com frequência.
- Logo, logo, assim que a internet estiver funcionando na minha casa, um novo blog nascerá. Na verdade já nasceu, mas por enquanto está fechado para visitação. Faltam detalhes técnicos. Só adianto que, para quem gosta de livros, talvez o blog seja interessante.
- Para não perder a viagem e desperdiçar (mais) um post: Sr. Namorado, te amo!
- E, por fim, uma constatação sem a menor importância: uma ex do meu atual namorado é a cara da prima do meu ex-namorado. É ex demais em uma frase só.
***
Trilha Sonora: A Danni Carlos tá cantando Coisas Que Eu Sei na minha cabeça depois que eu escrevei "fechado para visitação".
- Logo, logo minha vida voltará a ter internet sempre, o dia todo, só pra mim. Só faltam uns poucos detalhes para acertar e, no máximo em duas semanas, o blog e todo o resto da minha tralha virtual voltará a ser atualizada com frequência.
- Logo, logo, assim que a internet estiver funcionando na minha casa, um novo blog nascerá. Na verdade já nasceu, mas por enquanto está fechado para visitação. Faltam detalhes técnicos. Só adianto que, para quem gosta de livros, talvez o blog seja interessante.
- Para não perder a viagem e desperdiçar (mais) um post: Sr. Namorado, te amo!
- E, por fim, uma constatação sem a menor importância: uma ex do meu atual namorado é a cara da prima do meu ex-namorado. É ex demais em uma frase só.
***
Trilha Sonora: A Danni Carlos tá cantando Coisas Que Eu Sei na minha cabeça depois que eu escrevei "fechado para visitação".
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Top Blogs
Há umas semanas atrás recebi um e-mail dizendo que meu blog havia sido indicado ao Prêmio Top Blogs. Rá! "Mover para Spam".
Eu nunca me cadastro nessas coisas de concurso, porque nem rifa eu ganho.
Mas a insistência foi tanta, toda semana chevaga pelo menos um e-mail me lembrando da tal indicação, que eu acabei cadastrando o blog e coloquei o selo para votação aí ao lado. Então, campanha não vou fazer, porque não tenho paciência e nem gosto dessas coisas, mas o recado tá dado.
Quem quiser votar, acho que tem que clicar no selo e informar um e-mail válido. Ou algo assim.
Se acharem que o blog vale algum voto, já sabem o que fazer então.
***
Trilha Sonora: Impressora barulhenta!
Eu nunca me cadastro nessas coisas de concurso, porque nem rifa eu ganho.
Mas a insistência foi tanta, toda semana chevaga pelo menos um e-mail me lembrando da tal indicação, que eu acabei cadastrando o blog e coloquei o selo para votação aí ao lado. Então, campanha não vou fazer, porque não tenho paciência e nem gosto dessas coisas, mas o recado tá dado.
Quem quiser votar, acho que tem que clicar no selo e informar um e-mail válido. Ou algo assim.
Se acharem que o blog vale algum voto, já sabem o que fazer então.
***
Trilha Sonora: Impressora barulhenta!
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Disse o Quintana
"Havia, não me lembro agora se no País das Maravilhas, da Alice, ou se na Cidade de Oz, uma velha que morava num sapato... E nós que moramos em caixas de sapatos!"
Mário Quintana
Devia ser na Cidade de Oz, Quintana. No País das maravilhas, tenho certeza que não era. Mas, de qualquer forma, adotei a frase como uma homenagem à minha Caixa de Sapato, afinal, é aqui que eu "moro".
***
Trilha Sonora: Sabe quando uma melodia fica martelando na sua cabeça e você [não] faz idéia de onde ela veio? Então. A que está me martelando parece musiquinha de caixinha de música, mas eu não tenho e nunca tive uma caixinha e música.
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
Resoluções de começo de mês
Prometo que, assim que tudo estiver ok com a (futura) internet da minha casa, vou arrumar aquela lista de links e voltar a postar com frequência, como antes.
Podem me cobrar!
***
Trilha Sonora: Late mais alto, cachorro!
Podem me cobrar!
***
Trilha Sonora: Late mais alto, cachorro!
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quarta-feira, 31 de março de 2010
Vidente é o c@r#l*o!
Há um tempinho atrás, fiquei sabendo da existência do Formspring. Achei bem bobo, mas legal. Fui lá e me cadastrei (como sempre). Depois eu vi que havia uma bagacinha que eu poderia colocar no blog e, a partir da bagacinha, as pessoas me mandariam as perguntas sem precisarem ir até o Formspring.
Perfeito. Não sei pra que e nem pra quem, mas perfeito.
Aí começou o inferno. Chovem perguntas do tipo "quem eu fui nas vidas passadas?".
Eu teria ficado com a mesma cara de interrogação que muita gente deve estar agora, porque, afinal de contas, eu nunca disse em canto nenhum que sou parente da Mãe Dinah.
Eu teria ficado, mas não fiquei. Acontece que sou muito curiosa e desde o começo do blog eu enfiei tudo quanto é tranqueira aqui para saber quem visita o blog, de onde vem, pra onde vai, qual a cor do esmalte que você usa enquanto digita meu endereço, etc.
E uma dessas tranqueiras me diz que um dos posts que mais atrai visitas desde que foi publicado é um beeem antigo onde eu contava do teste de vidas passadas que fiz e descobri que eu era alguma coisa que já nem me lembro mais o quê, mas que não me agradou muito. Era um teste daquelas seções esotéricas do Terra.
Pouco depois, levada pelo mesmo tema, publiquei um post contando do sonho que tive uma vez, onde eu morava na côrte portuguesa, tipo, ano de 1500 e qualquer coisa, e fugia para o Brasil sob a condição (que alguém me impunha, que fique bem claro que quem quis não fui eu) de ser cortesã por aqui.
Daí pra virar referência nos sites de busca, deve ter sido um pulo. Não testei ainda, mas creio que se você buscar por "teste de vidas passadas" ou "quem eu fui em outra vida", em algum momento da busca, vai acabar achando meu link vagando pela isternet. E o que acontece depois? As pessoas perdidas que não percebem que isso é um blog à toa sobre absolutamente nada específico, pensam que estão na casa da Maga Patalógica que é vizinha da Mãe Dinah e se sentem à vontade para perguntar quem elas foram nas vidas passadas.
Quando coloquei aquele negocinho do Formspring ali, esses fulanos fizeram a festa. Pensam que é uma versão moderna de bola de cristal e mandam suas perguntas como se não houvesse amanhã.
Aviso: minha época de esoterismo e leitura de tarô passou, meus caros. Mas não vou pensar duas vezes antes de começar a mandar maldições na direção do próximo que vier me perguntar essas coisas.
Vou desejar que vocês façam uma regressão mal sucedida e fiquem presos nela pra sempre. E, como em regressões as pessoas sempre descobrem que eram algo chato pra cacete e nada glamouroso, pense que belo castigo seria ficar preso pra sempre no Antigo Egito, trabalhando como escravo construindo as pirâmides naquele sol dos infernos, descalço naquela areia fervendo. Pensou? Então não me pergunte mais nada.
***
Trilha Sonora: Alguém assobia. E isso me lembra de um amigo que sofria muito por não saber assobiar aos 20 e tantos anos.
Perfeito. Não sei pra que e nem pra quem, mas perfeito.
Aí começou o inferno. Chovem perguntas do tipo "quem eu fui nas vidas passadas?".
Eu teria ficado com a mesma cara de interrogação que muita gente deve estar agora, porque, afinal de contas, eu nunca disse em canto nenhum que sou parente da Mãe Dinah.
Eu teria ficado, mas não fiquei. Acontece que sou muito curiosa e desde o começo do blog eu enfiei tudo quanto é tranqueira aqui para saber quem visita o blog, de onde vem, pra onde vai, qual a cor do esmalte que você usa enquanto digita meu endereço, etc.
E uma dessas tranqueiras me diz que um dos posts que mais atrai visitas desde que foi publicado é um beeem antigo onde eu contava do teste de vidas passadas que fiz e descobri que eu era alguma coisa que já nem me lembro mais o quê, mas que não me agradou muito. Era um teste daquelas seções esotéricas do Terra.
Pouco depois, levada pelo mesmo tema, publiquei um post contando do sonho que tive uma vez, onde eu morava na côrte portuguesa, tipo, ano de 1500 e qualquer coisa, e fugia para o Brasil sob a condição (que alguém me impunha, que fique bem claro que quem quis não fui eu) de ser cortesã por aqui.
Daí pra virar referência nos sites de busca, deve ter sido um pulo. Não testei ainda, mas creio que se você buscar por "teste de vidas passadas" ou "quem eu fui em outra vida", em algum momento da busca, vai acabar achando meu link vagando pela isternet. E o que acontece depois? As pessoas perdidas que não percebem que isso é um blog à toa sobre absolutamente nada específico, pensam que estão na casa da Maga Patalógica que é vizinha da Mãe Dinah e se sentem à vontade para perguntar quem elas foram nas vidas passadas.
Quando coloquei aquele negocinho do Formspring ali, esses fulanos fizeram a festa. Pensam que é uma versão moderna de bola de cristal e mandam suas perguntas como se não houvesse amanhã.
Aviso: minha época de esoterismo e leitura de tarô passou, meus caros. Mas não vou pensar duas vezes antes de começar a mandar maldições na direção do próximo que vier me perguntar essas coisas.
Vou desejar que vocês façam uma regressão mal sucedida e fiquem presos nela pra sempre. E, como em regressões as pessoas sempre descobrem que eram algo chato pra cacete e nada glamouroso, pense que belo castigo seria ficar preso pra sempre no Antigo Egito, trabalhando como escravo construindo as pirâmides naquele sol dos infernos, descalço naquela areia fervendo. Pensou? Então não me pergunte mais nada.
***
Trilha Sonora: Alguém assobia. E isso me lembra de um amigo que sofria muito por não saber assobiar aos 20 e tantos anos.
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quinta-feira, 18 de março de 2010
Aos Srs. inquilinos:
Só quero dizer que fico feliz por ver que, mesmo com o blog meio paradão como tem estado, tenho 57 pessoas me seguindo (ali, no canto dos inquilinos). Sinal que alguém (alguéns) ainda gosta de ler as coisas que escrevo e me visita de vez em quando em busca de atualizações.
Obrigada, pessoas!
=)
***
Trilha Sonora: Tem alguém do outro lado da rua ouvindo uma música estranha que prefiro nem saber qual é.
Obrigada, pessoas!
=)
***
Trilha Sonora: Tem alguém do outro lado da rua ouvindo uma música estranha que prefiro nem saber qual é.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Mordi a língua
Há mais ou menos 1 ano eu insisto com o Sr. Namorado sobre a inutilidade do Twitter.
Sempre achei bobo porque, vejam só:
Tem algo a dizer? Faça um blog.
Quer amigos te seguindo e bisbilhotando sua vida? Orkut e blog.
Quer dividir links legais? Google Reader e seu Compartilhamento ou blog de novo.
Quer aparecer? Melancia no pescoço.
E ele até concordava comigo, até que se rendeu ao microblog por conta do blog que ele tinha e queria divulgar melhor. Traiu o movimento.
Aí, quando ele começou a usar, namorada ciumenta e curiosa que sou, peguei a senha dele pra ir ver como funcionava a bagaça e ter certeza de que não tinha nenhuma descarada dando mole pra ele em 140 caracteres.
Tudo ok. Nenhuma descarada por perto e entendi como funcionava o negócio do passarinho azul (que eu acho fofo, assim como a baleia que indica quando o serviço tá indisponível).
Acontece que, entendendo como o serviço funcionava, entendi também que havia muita gente que usava o Twitter de uma forma interessante e, se eu tivesse uma conta só minha, seguiria as tais pessoas.
Mas como eu já tenho um blog, não via ainda necessidade de estar no Twitter.
Já ouvi argumentos do tipo: mas tem coisas que você quer falar e são tão rapidinhas, curtas, que não compensam o trabalho de postar no blog ou não valem um post.
Trabalho nenhum, na minha opinião. Mas, enfim, cada um com a sua preguiça.
Eu até usava de argumento que post pra ser bom, não precisa ser longo. Um exemplo disso é a Ana Flávia, do Improfícuo, que tem posts ótimos e quase nenhum é maior que 5 linhas.
Até que, entre um argumento e outro, uma bisbilhotada no Twitter e outra, eu fui parar lá no Facebook e comecei a usar o Mural deles que é usado mais ou menos como o Twitter.
Maaaaano! Não é que o negócio me viciou? Tô lá, fazendo nada, brincando no restaurante ou lendo qualquer coisa no Reader e quando vejo, tô indo lá escrever no mural.
Acontece que, como ainda tenho bom senso, eu chego a ir pra escrever e não escrevo. Ninguém é obrigado a ler coisas como "acabei de comer macarrão e sujei a roupa com o molho" ou "vou dormir".
Mas sabe que é realmente muito legalzinho brincar naquilo?! Tô impressionada.
Agora vou lá escrever que eu traí o movimento.
Mentira.
Mas agora entendo como as pessoas começam a usar o Twitter e não param mais. Pooooorém, ainda prefiro meu blog.
***
Trilha Sonora: Coisa nenhuma.
Sempre achei bobo porque, vejam só:
Tem algo a dizer? Faça um blog.
Quer amigos te seguindo e bisbilhotando sua vida? Orkut e blog.
Quer dividir links legais? Google Reader e seu Compartilhamento ou blog de novo.
Quer aparecer? Melancia no pescoço.
E ele até concordava comigo, até que se rendeu ao microblog por conta do blog que ele tinha e queria divulgar melhor. Traiu o movimento.
Aí, quando ele começou a usar, namorada ciumenta e curiosa que sou, peguei a senha dele pra ir ver como funcionava a bagaça e ter certeza de que não tinha nenhuma descarada dando mole pra ele em 140 caracteres.
Tudo ok. Nenhuma descarada por perto e entendi como funcionava o negócio do passarinho azul (que eu acho fofo, assim como a baleia que indica quando o serviço tá indisponível).
Acontece que, entendendo como o serviço funcionava, entendi também que havia muita gente que usava o Twitter de uma forma interessante e, se eu tivesse uma conta só minha, seguiria as tais pessoas.
Mas como eu já tenho um blog, não via ainda necessidade de estar no Twitter.
Já ouvi argumentos do tipo: mas tem coisas que você quer falar e são tão rapidinhas, curtas, que não compensam o trabalho de postar no blog ou não valem um post.
Trabalho nenhum, na minha opinião. Mas, enfim, cada um com a sua preguiça.
Eu até usava de argumento que post pra ser bom, não precisa ser longo. Um exemplo disso é a Ana Flávia, do Improfícuo, que tem posts ótimos e quase nenhum é maior que 5 linhas.
Até que, entre um argumento e outro, uma bisbilhotada no Twitter e outra, eu fui parar lá no Facebook e comecei a usar o Mural deles que é usado mais ou menos como o Twitter.
Maaaaano! Não é que o negócio me viciou? Tô lá, fazendo nada, brincando no restaurante ou lendo qualquer coisa no Reader e quando vejo, tô indo lá escrever no mural.
Acontece que, como ainda tenho bom senso, eu chego a ir pra escrever e não escrevo. Ninguém é obrigado a ler coisas como "acabei de comer macarrão e sujei a roupa com o molho" ou "vou dormir".
Mas sabe que é realmente muito legalzinho brincar naquilo?! Tô impressionada.
Agora vou lá escrever que eu traí o movimento.
Mentira.
Mas agora entendo como as pessoas começam a usar o Twitter e não param mais. Pooooorém, ainda prefiro meu blog.
***
Trilha Sonora: Coisa nenhuma.
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verdades
domingo, 9 de agosto de 2009
Fui roubada!
Sério. Fui roubada.
Não. Meu dinheiro (pouco) não foi levado.
O que levaram foi um post daqui do blog.
Aconteceu assim:
Estava eu, sossegada lendo feeds de blogs de maquiagem, quando notei que pelo menos 3 dos 5 que eu já tinha lido reclamavam que estavam tendo posts seus roubados por outros blogs.
"Que coisa chata", pensei, "elas se esforçam pesquisando informações de qualidade, tirando fotos para produzir os tutoriais de maquiagem e vem uma folgada e simplesmente rouba todo o post e publica em outro lugar como se fosse dela."
Então permaneci indignada, mas na minha.
Até que um dos blogs roubados deu um link que mostra se alguém andou postando conteúdo seu por aí.
Fui ver como funcionava e pesquisei meu endereço.
Então eu descobri que uma fulana não só roubou um post meu, como acrescentou coisas a mais e publicou como se fosse dela.
Fui lá, deixei um comentário no blog dela avisando que metade do post, na verdade, era meu (lógico que ela sabia que não era dela). Ela não respondeu ao comentário.
Depois de uns dias procurei por um endereço de e-mail para que eu pudesse entrar em contato com ela para conversar, mas não encontrei nada no perfil dela.
Sinceramente, não me incomodaria se ela viesse me dizer que gostou do post, que queria emprestado para republicar no blog, para imprimir e colar na agenda, para copiar e mandar numa cartinha pro namorado ou em um cartão de dia da árvore para a tia dela. Tanto faz o que ela ia fazer com o MEU post. Eu teria autorizado o empréstimo, desde que ela me comunicasse.
Não faço e nem nunca fiz questão de links, ranks e coisas assim. Então, ela nem precisaria citar o nome do meu blog. Bastaria apenas ter a decência de informar aos leitores dela que parte daquele texto NÃO É DELA. Podia até colocar como "autor desconhecido" porque, enfim, não tenho como saber se ela pegou o texto diretamente daqui. Talvez alguém tenha enviado pra ela por e-mail, sms, mensagem telepática, sei lá.
O fato é que, seja lá como ela chegou ao meu post, ela sabia que não era dela quando resolveu publicar no blog dela.
Só não entendo como alguém consegue ser tão cara de pau para fazer isso em tempos de Google e serviços como o Quem me ama? que nos permitem encontrar facilmente coisas assim.
Aliás, foi através do Quem me ama? que encontrei isso.
E não, não foi só isso que encontrei espalhado por aí e que foi tirado daqui.
***
O Quem me ama? só funciona para blogs que estejam no Blogger (blogspot). Para quem usa outro serviço, tem o Copyscape, ou pelo menos tinha, porque parece que ele não tá funcionando direito. Ou eu não entendi como fazer funcionar.
***
Trilha Sonora: Zé - Vanessa da Mata. Tá entre as músicas mais delicadas e gostosas de ouvir.
Não. Meu dinheiro (pouco) não foi levado.
O que levaram foi um post daqui do blog.
Aconteceu assim:
Estava eu, sossegada lendo feeds de blogs de maquiagem, quando notei que pelo menos 3 dos 5 que eu já tinha lido reclamavam que estavam tendo posts seus roubados por outros blogs.
"Que coisa chata", pensei, "elas se esforçam pesquisando informações de qualidade, tirando fotos para produzir os tutoriais de maquiagem e vem uma folgada e simplesmente rouba todo o post e publica em outro lugar como se fosse dela."
Então permaneci indignada, mas na minha.
Até que um dos blogs roubados deu um link que mostra se alguém andou postando conteúdo seu por aí.
Fui ver como funcionava e pesquisei meu endereço.
Então eu descobri que uma fulana não só roubou um post meu, como acrescentou coisas a mais e publicou como se fosse dela.
Fui lá, deixei um comentário no blog dela avisando que metade do post, na verdade, era meu (lógico que ela sabia que não era dela). Ela não respondeu ao comentário.
Depois de uns dias procurei por um endereço de e-mail para que eu pudesse entrar em contato com ela para conversar, mas não encontrei nada no perfil dela.
Sinceramente, não me incomodaria se ela viesse me dizer que gostou do post, que queria emprestado para republicar no blog, para imprimir e colar na agenda, para copiar e mandar numa cartinha pro namorado ou em um cartão de dia da árvore para a tia dela. Tanto faz o que ela ia fazer com o MEU post. Eu teria autorizado o empréstimo, desde que ela me comunicasse.
Não faço e nem nunca fiz questão de links, ranks e coisas assim. Então, ela nem precisaria citar o nome do meu blog. Bastaria apenas ter a decência de informar aos leitores dela que parte daquele texto NÃO É DELA. Podia até colocar como "autor desconhecido" porque, enfim, não tenho como saber se ela pegou o texto diretamente daqui. Talvez alguém tenha enviado pra ela por e-mail, sms, mensagem telepática, sei lá.
O fato é que, seja lá como ela chegou ao meu post, ela sabia que não era dela quando resolveu publicar no blog dela.
O original, de 19/11/08:
A cópia alterada e publicada 1 dia depois:
Só não entendo como alguém consegue ser tão cara de pau para fazer isso em tempos de Google e serviços como o Quem me ama? que nos permitem encontrar facilmente coisas assim.
Aliás, foi através do Quem me ama? que encontrei isso.
E não, não foi só isso que encontrei espalhado por aí e que foi tirado daqui.
Enfim...
Se alguém souber como eu posso entrar em contato com a moça, por favor, me avisem. E se ela mesma chegar a ler esse post, pode entrar em contato comigo porque eu juro que não mordo e nem vou fazer nada além de te explicar o significado da palavra "honestidade". Meu endereço de e-mail tá no meu perfil e é um endereço válido, viu?
***
O Quem me ama? só funciona para blogs que estejam no Blogger (blogspot). Para quem usa outro serviço, tem o Copyscape, ou pelo menos tinha, porque parece que ele não tá funcionando direito. Ou eu não entendi como fazer funcionar.
***
Trilha Sonora: Zé - Vanessa da Mata. Tá entre as músicas mais delicadas e gostosas de ouvir.
sexta-feira, 27 de março de 2009
Então...
Tô aqui, fazendo coisa alguma, mas deveria estar numa aula de Psicologia da Educação. Coisa que eu deveria ter feito já há 2 anos, mas não fiz... tô fazendo agora. Ou deveria estar.
Mas isso não tem nada a ver com o resto do post. Aliás, o resto do post nem tem nada a ver com assunto algum. É só para avisar aos poucos que acompanham e ainda acreditam que um dia eu voltarei a atualizar isso aqui a cada dois dias como era antigamente, que eu estou passando por um terremoto pessoal que não tem previsão para acabar e, junto com tudo que ele trouxe/levou/destruiu/arruinou/fodeu geral, também fiquei sem monitor. Legal pacaraio. ¬¬
Aí que eu não sei quanto exatamente eu volto, porque é meio difícil usar um pc sem monitor, né?
E postar aqui da faculdade, sei lá... Falta minha cadeira desconfortável de casa e as pessoas gritando no meu ouvido, a TV ligada e coisa e tal. Não tô acostumada com esse conforto de ar condicionado, cadeira fofinha que gira sem fazer nheeeec-nhec, pc bonitinho onde tudo funciona equase nada trava, teclado que o botão do nº 7 funciona (é, o meu número 7 não funciona lá em casa. Só o 7 do lado da calculadora)... Enfim, é coisa demais pra essa pobre moça da roça[/coitadinha].
Mas de vez em quando eu farei um esforço e volto aqui para falar olá e dizer que eu ainda vivo (alguém se importa?). Quem ainda insiste muito em gostar daqui, pode ler os arquivos que, confesso, são bem melhores do que os posts recentes. Quem já leu todo o arquivo,é porque não tem nada mais importante pra fazer da vida pode ler também os arquivos de todos os 6549935 links que tenho aí do lado direito do blog. É. Isso eu tenho certeza que ninguém fez ainda.
Divirtam-se. Ou não.
Ah! Antes de dizer tchau pra vocês, devo avisar que tenho uns dois ou três posts programados pra esses dias próximos aí. Então, podem aparecer ainda por uns dias que vai ter atualização (pouca, mas vai. Mas também, já atualizo isso tão pouco, que ninguém nem vai notar a diferença).
Eu volto! Juro que volto!
Só não sei quando.
***
Trilha Sonora: tec tec tec dos teclados dos computadores vizinhos aqui da sala.
Mas isso não tem nada a ver com o resto do post. Aliás, o resto do post nem tem nada a ver com assunto algum. É só para avisar aos poucos que acompanham e ainda acreditam que um dia eu voltarei a atualizar isso aqui a cada dois dias como era antigamente, que eu estou passando por um terremoto pessoal que não tem previsão para acabar e, junto com tudo que ele trouxe/levou/destruiu/arruinou
Aí que eu não sei quanto exatamente eu volto, porque é meio difícil usar um pc sem monitor, né?
E postar aqui da faculdade, sei lá... Falta minha cadeira desconfortável de casa e as pessoas gritando no meu ouvido, a TV ligada e coisa e tal. Não tô acostumada com esse conforto de ar condicionado, cadeira fofinha que gira sem fazer nheeeec-nhec, pc bonitinho onde tudo funciona equase nada trava, teclado que o botão do nº 7 funciona (é, o meu número 7 não funciona lá em casa. Só o 7 do lado da calculadora)... Enfim, é coisa demais pra essa pobre moça da roça[/coitadinha].
Mas de vez em quando eu farei um esforço e volto aqui para falar olá e dizer que eu ainda vivo (alguém se importa?). Quem ainda insiste muito em gostar daqui, pode ler os arquivos que, confesso, são bem melhores do que os posts recentes. Quem já leu todo o arquivo,
Divirtam-se. Ou não.
Ah! Antes de dizer tchau pra vocês, devo avisar que tenho uns dois ou três posts programados pra esses dias próximos aí. Então, podem aparecer ainda por uns dias que vai ter atualização (pouca, mas vai. Mas também, já atualizo isso tão pouco, que ninguém nem vai notar a diferença).
Eu volto! Juro que volto!
Só não sei quando.
***
Trilha Sonora: tec tec tec dos teclados dos computadores vizinhos aqui da sala.
sábado, 24 de janeiro de 2009
Blogs que ajudam a blogar
Recebi da kattyy um meme que eu ainda não tinha visto por aí.
Como não vi nenhuma regra ou explicação detalhada, tirei minha conclusão de acordo com o que o título diz e ela mesma fez ao responder no blog dela: devo dizer quais são os blog que me ajudam/ajudaram a blogar.
Então:
Comecei com isso de blog há uns 4 anos, se não me engano. Em outro endereço, estilo parecido.
Desde o começo, ainda no outro blog, eu optei por usar o blogger e os temas dele mesmo, então não cheguei a precisar de outros blogs para buscar layouts e tutoriais de como instalar. Mas, como sou curiosa, acabei lendo em vários lugares e aprendi a trocar (Crtl C/ Ctrl V. heh), mas não sei fazer um personalizado, caso eu resolva algum dia abandonar esse branquinho básico.
Como eu fuço demais nos códigos (e acabo não mudando coisa alguma no final), tenho medo de estragar algo no blog, então nunca faço uma alteração nele sem ter certeza de que estou mexendo no lugar certo. Para ter certeza, eu leio uma coisa aqui e outra ali. O Google me ajuda.
Então, em relação à ajudas técnicas, não tive uma em especial porque nunca fiz grandes mudanças no blog e porque as pequenas que faço, acontecem depois que eu leio muita coisa, de vários lugares diferentes.
Mas o meme pedia pra dizer os blogs que me ajudaram a blogar, né? Então vou dizer quais foram os primeiros que eu li antes de ter o meu.
Na verdade foi um. Faz um tempinho. Mas antes vou contar como descobri os blogs.
Eu já comentei aqui que eu era uma leitora fiel da revista Capricho, né? Adorava! Aí, um dia eles publicaram uma matéria sobre blogs de meninas. Lembro que ensinavam a fazer um (e já indicavam o blogger como o mais simples de usar) e explicavam como funcionava, pra que servia e coisa e tal.
Achei aquilo muito interessante, mas como eu não entendia nada de internet (acho que na época nem tinha em casa), tinha acessado pouquíssimas vezes e não usava o computador mais que 1h por dia, não me empolguei a ponto de correr pra abrir minha conta no blogger. Mas fiquei com a idéia na cabeça.
Passado algum tempo (uns vários anos), minha irmã trouxe do trabalho - vejam só! - um disquete com uns arquivos de um blog que ela havia lido e queria me mostrar.
Era o Flocgel. Li aquilo de ponta a ponta! Achei muito bom! O humor delas, as histórias, as cores, a boa escrita, tudo.
Minha irmã trouxe mais alguns arquivos, achou um outro blog (Suburbia Tales, hilário, que não existe mais) que estava entre os linkados do Flocgel, li tudo, adorei também e parou por aí.
Mais um tempinho depois, não sei se em lan house ou se da minha casa, comecei a ficar amiguinha da internet e passei a acompanhar os dois blogs e passear entre os links.
Fui vendo as possibilidades de assuntos e utilidades para um blog e comecei a pensar em ter o meu.
Aí, mais um tempinho depois... nasceu o 3da7 (que morreu há pouco, então nem adianta eu colocar link) e o resto vocês já sabem.
Ah! Eu ainda leio o Flocgel, mas acho que nunca comentei lá. Sou leitora muda.
Bom, o que era pra ser um simples meme, virou uma baita história.
Mas como isso ainda é um meme, tenho que repassar. Vou jogar a bola só pro Sr. Namorado, já que ando em dívida com a maioria do povo que freqüenta aqui e não me sinto no direito de passar memes, quando nem um oi eu tenho dado ultimamente. Coisa feia, eu sei. Mas juro que ainda leio todo mundo!
***
Trilha Sonora: São 6 e pouca da manhã, mas tenho a ligeira impressão que meu vizinho idiota está tocando bateria. Tocando, não. Se tocasse tava bom. Espancando a bateria. Bem baixo, mas estou ouvindo.
Como não vi nenhuma regra ou explicação detalhada, tirei minha conclusão de acordo com o que o título diz e ela mesma fez ao responder no blog dela: devo dizer quais são os blog que me ajudam/ajudaram a blogar.
Então:
Comecei com isso de blog há uns 4 anos, se não me engano. Em outro endereço, estilo parecido.
Desde o começo, ainda no outro blog, eu optei por usar o blogger e os temas dele mesmo, então não cheguei a precisar de outros blogs para buscar layouts e tutoriais de como instalar. Mas, como sou curiosa, acabei lendo em vários lugares e aprendi a trocar (Crtl C/ Ctrl V. heh), mas não sei fazer um personalizado, caso eu resolva algum dia abandonar esse branquinho básico.
Como eu fuço demais nos códigos (e acabo não mudando coisa alguma no final), tenho medo de estragar algo no blog, então nunca faço uma alteração nele sem ter certeza de que estou mexendo no lugar certo. Para ter certeza, eu leio uma coisa aqui e outra ali. O Google me ajuda.
Então, em relação à ajudas técnicas, não tive uma em especial porque nunca fiz grandes mudanças no blog e porque as pequenas que faço, acontecem depois que eu leio muita coisa, de vários lugares diferentes.
Mas o meme pedia pra dizer os blogs que me ajudaram a blogar, né? Então vou dizer quais foram os primeiros que eu li antes de ter o meu.
Na verdade foi um. Faz um tempinho. Mas antes vou contar como descobri os blogs.
Eu já comentei aqui que eu era uma leitora fiel da revista Capricho, né? Adorava! Aí, um dia eles publicaram uma matéria sobre blogs de meninas. Lembro que ensinavam a fazer um (e já indicavam o blogger como o mais simples de usar) e explicavam como funcionava, pra que servia e coisa e tal.
Achei aquilo muito interessante, mas como eu não entendia nada de internet (acho que na época nem tinha em casa), tinha acessado pouquíssimas vezes e não usava o computador mais que 1h por dia, não me empolguei a ponto de correr pra abrir minha conta no blogger. Mas fiquei com a idéia na cabeça.
Passado algum tempo (uns vários anos), minha irmã trouxe do trabalho - vejam só! - um disquete com uns arquivos de um blog que ela havia lido e queria me mostrar.
Era o Flocgel. Li aquilo de ponta a ponta! Achei muito bom! O humor delas, as histórias, as cores, a boa escrita, tudo.
Minha irmã trouxe mais alguns arquivos, achou um outro blog (Suburbia Tales, hilário, que não existe mais) que estava entre os linkados do Flocgel, li tudo, adorei também e parou por aí.
Mais um tempinho depois, não sei se em lan house ou se da minha casa, comecei a ficar amiguinha da internet e passei a acompanhar os dois blogs e passear entre os links.
Fui vendo as possibilidades de assuntos e utilidades para um blog e comecei a pensar em ter o meu.
Aí, mais um tempinho depois... nasceu o 3da7 (que morreu há pouco, então nem adianta eu colocar link) e o resto vocês já sabem.
Ah! Eu ainda leio o Flocgel, mas acho que nunca comentei lá. Sou leitora muda.
Bom, o que era pra ser um simples meme, virou uma baita história.
Mas como isso ainda é um meme, tenho que repassar. Vou jogar a bola só pro Sr. Namorado, já que ando em dívida com a maioria do povo que freqüenta aqui e não me sinto no direito de passar memes, quando nem um oi eu tenho dado ultimamente. Coisa feia, eu sei. Mas juro que ainda leio todo mundo!
***
Trilha Sonora: São 6 e pouca da manhã, mas tenho a ligeira impressão que meu vizinho idiota está tocando bateria. Tocando, não. Se tocasse tava bom. Espancando a bateria. Bem baixo, mas estou ouvindo.
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