domingo, 23 de agosto de 2015

Soluções Práticas

Alice acabou de me perguntar como funciona um brinquedinho (uma mini beyblade, lembram disso?) de Kinder Ovo que ela achou na caixa de brinquedos. Só que ela me trouxe apenas uma pecinha de um total de três. Expliquei:

- Isso aí você precisa encaixar em outras duas peças e ele sai girando quando você solta. 
- Ah... 

Ela pegou, olhou e jogou longe a peça, com cara de muito esperta e disse:

- Pronto. Ele saiu girando.

Não posso nem contestar, né? Se é pra sair girando, ela fez o negócio girar e ponto final.
Queria eu pensar rápido como ela e resolver de forma tão prática probleminhas que sempre dependem de outras pecinhas que nunca tenho disponíveis.


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Trilha Sonora: Discovery Kids, Doki, coisas do tipo. Cadê meu fone de ouvido, gente?

domingo, 2 de agosto de 2015

Amém

É bom olhar para os lados e, pelo menos de vez em quando, agradecer pelas coisas que temos e agradecer ainda mais pelas coisas que não temos. Porque o que é certo e visível, a gente conhece e talvez até lamente, mas o que é incerto e a gente nunca vai conhecer, poderia ser algo muito mais lamentável e quem sabe se poderia suportar?
Então, agradeço, agradeço e agradeço por tudo o que tenho e pelo que não tenho e não sei o poderia ser.
Como diz Hand in My Pocket, da Alanis:

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Trilha Sonora: Deveria ser Alanis, mas é Garbage - Only Happy When It Rains porque tô ouvindo uma seleção aleatória que fiz no Rdio.

sábado, 1 de agosto de 2015

Como Eu Viveria Na Minha Cidade Fictícia Favorita

Seguindo um dos temas propostos pelo Rotaroots no mês de Julho, resolvi colocar a cabeça para trabalhar e imaginar como seria minha vida no meu lugar fictício favorito. E o meu lugar fictício favorito é Stars Hollow, do seriado Gilmore Girls, onde Lorelay Gilmore criou sozinha sua filha, Rory Gilmore.

Na abertura do seriado já dava para sentir o clima de eterno outono-inverno.
Stars Hollow é uma cidade bem pequena, com cara de interior, cheia de gente amiga e disposta a ajudar e cuidar da vida alheia (isso não é bem uma qualidade, mas ok). E tem esse coreto, coisa mais linda do mundo, no meio da praça principal (e única?) da cidade.

Cidade de interior que se preze, tem que ter um coreto na praça principal.

Pois bem, se eu vivesse lá, colocaria minha filha na escola de dança da Miss Patty e ela seria matriculada na escola local.

Além de ensinar dança, Miss Patty é uma das responsáveis por fazer circular todo tipo de assunto, fofoca e novidade na cidade.
Para ganhar a vida, eu abriria uma loja de discos (concorrendo com a loja local, Sophie's Music) e venderia todas as novidades do universo musical. Para me dar uma força na loja, empregaria a Lane, que ama música tanto quanto eu e contrataria o trovador da cidade para uns shows ocasionais. Aliás, o trovador é cantor de verdade e se chama Grant-Lee Phillips.

Uma coisa meio Rivers Cuomo com um toque de lá lalá lá lalá. 
Eu também faria questão de aprender a tricotar para poder participar da maratona de tricô, organizada pelo prefeito Taylor, com o objetivo de arrecadar fundos para ajudar alguma coisa que já não me lembro mais, mas que ele julga super importante, como todos os eventos que ele organiza e o Luke é contra. 
Festival dos bonecos de neve: outro evento super importante organizado pelo Taylor.
Aliás, o Luke. Ai, ai, o Luke! Só a lanchonete dele já seria um ótimo motivo para eu querer viver em Stars Hollow, por motivos de: Luke. Tudo o que ele fez pelas Gilmore durante as 7 temporadas já seria motivo para considerar esse bruto de camisa xadrez o homem mais fofo de todos os tempos em todos os seriados. Mas o que ele faz pela Rory no último episódio... Coisa mais linda do mundo ele costurando toda aquela lona, sozinho, sem dormir. Tô emocionada só de lembrar enquanto escrevo, juro!

Que homem, meu Deus! Que homem!
Voltando aos eventos da cidade, no festival de quadros vivos, eu adoraria participar encenando um quadro de Klimt (O Beijo, por exemplo,coisa linda aquele quadro!). O festival foi a coisa mais linda, cheio de quadros assim, encenados pelo pessoal da cidade.

Rory, como Antea (de Parmigianino) e Lorelai representando Dança em Bougival (Renoir).
Para mobiliar minha casa, eu compraria alguns móveis no antiquário da Sra. Kim, apesar do péssimo humor dela e do atendimento rude e nada hospitaleiro. Aliás, ela trata os clientes da mesma forma grosseira e dura que ela trata a filha, Lane.


Quando recebesse visitas demais para acomodar na minha casa, mandaria uma parte dos hóspedes para o Dragon Fly, o hotel da Lorelai e da Sookie.

E os hóspedes podem desfrutar de toda a antipatia e arrogância do Michel, o recepcionista francês de sotaque carregadíssimo.
Aliás, a Lorelai e a Sookie: eu queria ser amiga delas. Lorelai poderia me ensinar uns truques para ser uma mulher tão independente, incrível e próxima da filha adolescente.

Ser amiga da Emily, mãe da Lorelai, já seria uma tarefa mais complicada.

E a Sookie poderia me dar os ótimos conselhos dela ou os deliciosos pratos que ela cria e quer que todos provem e provem e provem enquanto ela SEMPRE acaba se acidentando na cozinha.

É assim que ela acaba se acidentando na cozinha.
E, por fim, para entrar mais ainda no ritmo calmo de vida no interior, mudaria meus hábitos alimentares e passaria a comprar coisas mais saudáveis no mercadinho do Taylor (além de ser o prefeito, Taylor Doose é também o dono do mercadinho e de alguns outros estabelecimentos comerciais da cidade) e legumes e verduras fresquinhas do Jackson, marido da Sookie.

Um casal quase tão bom quanto a Lorelai e o Luke.
Eu poderia fazer um parágrafo para cada evento memorável de Stars Hollow, poderia deixar esse post muito maior e cheio de gifs e imagens dos personagens e diálogos maravilhosos do seriado, mas né? Já demorei 1 mês exatamente pra terminar esse post, que deveria ter saído nos primeiros dias de julho, dentro do cronograma do Rotaroots, mas tempo é uma coisa que me falta cada vez mais e, bem, hoje já é dia 1º de agosto. Portanto o post fica por aqui, não vai entrar na lista de divulgação do mês de Julho do grupo e neste momento nada me define melhor do que essa frase da Sookie:

Sookie me representa.
Sobre as imagens e gifs, cacei de trocentos sites e posts sobre a série. Alguns eu encontrei pelo We Heart It e outros pelo Pinterest. 

Um ponto em comum com a Lorelai: eu também falo muito "Jesus, Maria, José e o camelo!".

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Trilha Sonora: Como todo post que demora dias para ficar pronto, esse também teve muita trilha sonora. O que está tocando agorinha, enquanto termino e publico, não é música. Estou ""vendo"" Daniel Tigre com a Alice. Como sempre, no esquema meia tela pra mim e meia tela pra você.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Bullying Contra a Mamãe Pode?

ou Alice Mandando Umas Verdades

Eu e a Dona Engraçada (minha filha) conversando outro dia:

- Alice, sabia que você ronca?
- Ronco?
- Sim, um pouco e também fala dormindo. A mamãe ronca?
- Ronca! Quando eu tô dormindo, eu ouço um barulhão e acordo assustada "hã?! O que é isso? Que barulhão é esse? Ah... É só a mamãe." e aí eu volto a dormir.

A coitada tá com quase 3 anos e, levando em consideração que meu ronco piorou MUITO desde a gravidez, podemos concluir que ela está há exatos... quase 3 anos sem dormir tranquilamente.

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Trilha Sonora: You Learn - Alanis no fone e uma conversa sobre cachorrinhos com a colega de trabalho na mesa da frente.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Resignação

Saiu de casa naquela manhã decidido a sumir. Queria, finalmente, buscar a felicidade perdida há tantos anos. 
Os filhos criados, a esposa falecida há 2 anos, os netos indo para a faculdade, os amigos nem sabia mais por onde andavam.
Nada mais fazia sentido. Sentia há muito tempo que tinha mais passado do que futuro. 
Na infância o que nos motiva são os sonhos para a vida adulta e os empurrões que os pais vão nos dando. Estude, se comporte, faça amigos, vá brincar. Depois, na adolescência, os desejos de liberdade e descobertas. Faça faculdade, arrume emprego, ganhe dinheiro, namore, perca a virgindade, fique noivo, conheça gente nova. Por fim, na vida adulta, as preocupações com a família nos fazem seguir, embora já sintamos o cansaço pela rotina. Trabalhe mais, compre uma casa, tenha filhos, pague um bom colégio para as crianças, troque o carro, conserte o portão que está rangendo, espere o filho chegar da festa, mantenha-se fiel e casado.
Já havia cumprido todas as etapas e, felizmente, com sucesso. Sabia que a esposa havia partido satisfeita com o marido e pai que ele sempre foi. Deu aos filhos a infância segura e a base para uma vida adulta feliz. Aposentou-se como um funcionário respeitado dentro da empresa, mesmo nunca tendo feito algo que realmente o orgulhasse naquele emprego burocrático e mecanicamente repetitivo. Mas nunca, em momento algum, reclamou de acordar às 6:00 am, mesmo no inverno, mesmo no verão, mesmo doente, mesmo infeliz. Se precisava fazer, que fosse feito. Era assim que se forçava a sair da cama todos os dias e era com a certeza de dever cumprido que ia dormir todas as noites, após ajudar os filhos com o dever de casa, lavar a louça do jantar e recolher o cachorro.
Tinha tudo planejado na cabeça há meses. Sairia para caminhar como todos os dias, logo após o café da manhã e, certificando-se de ter deixado o lixo na rua e as contas pagas, levaria apenas carteira e documentos e sumiria no mundo. Sem se despedir, sem explicar nada, sem pedir permissão aos filhos. Simplesmente deixaria de existir naquela vida para tentar existir em outra vida, uma nova vida com o pouco de vida que sabia que ainda tinha pela frente.
Caminhou alguns quarteirões, pensou em ir pela última vez à missa do bairro, mas que sentido havia nisso? Começar uma vida nova com um velho hábito? Não. Entrou na rua antes da igreja e seguiu mais alguns metros até perceber que o tempo estava fechando e ele não tinha um guarda-chuva. Dane-se, pensou, me molho e começo a nova vida assim, de forma inconsequente e imprevisível. Mas, com a idade já avançando, não seria muito inteligente arriscar-se na chuva e dar chances a uma pneumonia. A intenção era viver mais o pouco tempo restante, não encurtar mais o tempo que lhe restava da vida. Deu meia volta e pôs-se a pensar onde estaria o guarda-chuva ou a capa de chuva.
No caminho para casa foi pensando no grande absurdo que estava prestes a fazer. Considerou mais uma vez a possibilidade de arriscar-se na chuva que talvez nem chegasse a cair e, antes que pudesse concluir seu raciocínio, sentiu o primeiro pingo gelado molhar seu nariz.
Colocou a mão na barriga, como se pudesse agarrar ou conter o buraco que só fazia crescer dentro dele, respirou fundo com o peso de quem tenta dar o último suspiro debaixo de toneladas de escombros e, finalmente, assumiu-se um covarde.


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A foto que ilustra o post e me inspirou a escrever esse conto meio mal contado, é da Gabriela Romeiro (@quandocoisa), que fotografa e escreve lindamente.


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Trilha Sonora: Estou há dias tentando concluir esse conto (faltou tempo, faltou internet, faltou humor), então rolou muita música nos meus fones durante o processo todo. A última coisa que ouvi foi Hole ( ♥ ) - Malibu.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Um Recado

Tô num nível de preguiça barra cansaço barra mal humor barra irritação barra vontade de ficar em paz barra vontade de ter silêncio que não garanto post nenhum por muitos dias e isso compromete a meta de postar toda semana mas estou tão pouco me fodendo pra isso que veja só não tô usando ponto nem vírgula e estou preferindo escrever barra ao invés de usar a barra de verdade que é aquele sinal gráfico representado por um traço torto para o lado direito que usamos para separar coisas e se você não sabe o que é uma barra não deveria nem estar aqui deveria estar estudando sobre barras e pontuação para contar quantas eu deixei de usar aqui.


Gif aleatório engraçadinho só porque sim.

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Trilha Sonora: queria ver TV mas não tô ouvindo bosta nenhuma aqui.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Enriquecendo o Vocabulário

Dia desses eu estava com a Alice no sofá e ela subiu no meu colo falando:

- Dezulive. Dezulive, mama*.
- Quê?
- Dezulive. Dezulive, mama. Pode falar Dezulive?
- O quê?
- Dezulive! Eu "podo" falar Dezulive?
- Eu "posso" falar.
- Eu posso falar? Posso falar Dezulive?
- Ahn... Deus o livre?
- É! Dezulive! Posso falar Dezulive, mama?
- Pode, filha. Quem te ensinou?
- A vovó que fala "Dezulive!"
- É, ela fala.
- Quero mamar**, Dezulive! Dá mamá**? Dezulive!
- Vem mamar.
- Dezulive! Mamá! Dezulive!

Bom, aprender, ela aprendeu. Só falta entender o contexto para usar a expressão. E que não seja me pedindo para mamar, né? Dezulive!

*"Mama" sou eu, a Mamãe. **Mamá/mamar é no peito, porque aqui a gente ainda tá nessas de aleitamento materno em livre demanda e recomendo muito.

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Trilha Sonora: Música gospel, porque eu não escolho a trilha sonora dos colegas de trabalho.

domingo, 22 de março de 2015

101 em 1001: Atualizando #4

Essa atualização está uma vergonha, porque não cumpri nenhuma meta nova e estou mais "pretendendo" do que de fato fazendo. 
Refiz 2 que já tinha riscado da lista e só estou mantendo em andamento as que já comecei e são para cumprir ao longo dos 1001 dias. Olha só:

13- Ir ao cinema.
Pretendo ir para ver Cinderela com a Alice. Tô apaixonada pelos trailers que saíram.

Não era bem exótico, mas foi uma mistura diferente. Deixei o Douglas escolher pra mim e ele veio com um suco de laranja, mamão e morango. Gostoso. Então, meta cumprida pela segunda vez.

23- Marcar uma consulta com um clínico geral para pedir exames completos de tudo.
Essa tá encaminhada. Dia 30 vou ao médico e pretendo pedir pra fazer até exame do pezinho. Marquei a consulta por causa de uma fadiga que não passa há meses, um sono que não controlo e um desânimo que não sei de onde vem. Tá atrapalhando toda a minha vida, minha rotina e meu convívio com pessoas que não deveriam estar pagando por nada disso que ando sentindo. Tenho minhas suspeitas, mas prefiro procurar um médico pra resolver isso de uma vez.

24- Dormir antes da 1:00 am de domingo à quinta-feira.
Definitivamente não estou conseguindo cumprir essa meta.

25- Acordar antes das 10:00am todos os dias.

Também só tem funcionado em dias de trabalho. Fora isso... 10:00am é madrugada pra mim.

28- Não tomar refrigerante por 1 ano.

Essa semana passei 5 dias sem beber nenhuma gotinha. Daí no sábado me liberei e tomei uns 2 ou 3 copos. Pretendo continuar com esse esquema até parar de vez e poder completar 1 ano sem beber nada de refrigerante. Vamos ver...

39- Atualizar o blog pelo menos 1 vez na semana.

Acho que tá funcionando, né? Não lembro de ter falhado ainda com essa meta. Mas posso estar enganada e, de qualquer forma, tem muito chão pela frente ainda.

42- Fazer as unhas em casa a cada 15 dias.

Meus dedos anões no Instagram.

Estou cumprindo. Semana passada (retrasada, se considerar que hoje, domingo, já é outra semana) eu lixei, tirei cutícula e pintei as unhas de vermelho. Durou pouco porque o esmalte era velho e abençoado seja o óleo de banana. Depois que descascou, limpei direitinho. E depois que quebrou, cortei tudo certinho. Então tô indo bem com essa meta das unhas. Ponto para as meninas! Ponto!

44- Rir até doer a barriga.
Essa meta já estava riscada, mas como rir nunca é demais, teve também o dia que assisti Toy Story 3 e, mano! como eu dei risada! Chorei de rir em mais de uma cena. Adorei! (depois chorei porque o fim é emocionante, mas vamos focar no riso.)

49- Usar maquiagem pelo menos 1 vez no mês.
Estou cumprindo com menos entusiasmo do que no mês de janeiro, mas continuo firme. O rímel, lápis e batom estão sendo usados pelo menos 1 vez por semana, que já é mais do que a meta. Sombra e blush não tá dando por motivos de pele oleosa no calor do sertão, daí a coisa toda derrete e fica feio.

76- Prestar um novo concurso.

Inscrição feita e paga. Aguardando a prova agora. E que Deus me ajude, porque não tá fácil viver com o meu salário atual.

81- Jogar fora ou doar tudo o que não uso mais.

Fiz uma limpa nas gavetas outro dia. Mandei embora também as bolsas todas que fiquei juntando e nunca mais usei. Próximo passo é fazer isso com os objetos de decoração que estão encaixotados e os xerox da faculdade que estão esperando que eu os leia desde 2005 mais ou menos, ou seja.

91- Pintar o cabelo.

Essa tá precisando ser cumprida com urgência porque, vejam que absurdo: tô cheia de cabelo branco bem no topo da cabeça. 

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Trilha Sonora: TV ligada, mas não tô vendo nada. Tentei ouvir música, mas a Alice não gosta muito de me ver usando fone de ouvido e precisei tirar tantas vezes pra ela usar também, que acabei desistindo.

domingo, 15 de março de 2015

Minhas Músicas Preferidas da Alanis Morissette

Conheci as músicas da Alanis por influência das minhas amigas, lá em 1998, na 7ª série ainda (que agora se chama 8º ano). Um dia uma delas apareceu com o Jagged Little Pill e começamos a ouvir e ouvir e ouvir e ouvir até que comprei um pra mim e continuei ouvindo e ouvindo e ouvindo...
Hoje em dia já não ouço tanto e nem conheço muito bem o trabalho recente dela, mas continuo amando as músicas mais antigas.
Muitas letras falam diretamente comigo ou por mim, com lições que aprendi sozinha ou refletindo sobre as composições dela. Tipo a letra de Hand in My Pocket, que funciona como um cutucão quando começo a ver só o lado ruim das coisas.

Tá ruim, mas tá bom.

Como faz tempo que não crio listas aqui, vamos lá:


(não em ordem de preferência porque aí seria crueldade demais com o meu coração musical)
  1. Head Over Feet
  2. Ironic
  3. Hand in My Pocket
  4. You Learn
  5. You Oughta Know
  6. Wake up
  7. Everything
  8. Crazy
  9. Hands Clean
  10. Precious Illusions
  11. 21 Things
  12. So Unsexy
  13. UR
  14. Unsent
  15. So Pure
  16. Thank You
  17. No Pressure Over Cappucino
  18. Princes Familiar
  19. King of Pain
  20. That I Would Be Good
(se o player não funcionar, tem link direto pra ele antes da lista O player não funcionou, mas tem link antes da lista, direto pro Grooveshark)

Bonus: O cover de My Humps, do Black Eyed Peas, só pelo senso de humor do clipe e da escolha da música, que não tinha nada a ver com o estilo original da Alanis, mas ela conseguiu transformar numa típica música (melodia) "dela". E, como o legal é ver uma Alanis diferente e rebolativa, não a incluí na playlist para que, quem não viu ainda, veja o clipe mesmo.

Whatcha gonna do with all that ass?

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Trilha Sonora: Alanis, claro.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Whatsapp Web - Como Usar o Whatsapp Direto do Seu Computador

Hoje, fugindo um pouco do centro do meu umbigo, vou dar uma dica marota pra você, leitor comunicativo que tá sempre com o celular na mão pra falar com os amigos no Whatsapp e fica dividindo seus dedos entre digitar no tecladinho do seu celular e digitar no tecladão do seu computador. A dica é: Whatsapp Web. Não é app de terceiros e nem esqueminha xing ling. É coisa oficial.
Vou ensinar:

1 - Veja se o Whatsapp do seu celular está atualizado na última versão. Se não estiver, tente atualizar (google play, etc e tal).


A tela é essa, dentro da Google Play. Se o meu estivesse desatualizado, aqui haveria um botão "Atualizar".

2 - Depois que atualizar, entre no menu principal do Whatsapp, os "três pontinhos" que ficam no alto da tela principal e veja se tem ali a opção Web. Se tiver, selecione.

Tela do meu celular, na versão atualizada do app.

3 - O Whatsapp vai te orientar a abrir no navegador (que tem que ser o Chrome, Firefox ou Opera) do seu computador o endereço web.whatsapp.com (sem o www ou http:// mesmo). Obedeça e abra.

4 - Agora no computador, o site exibirá um QR Code (aquela imagem quadradinha em preto e branco). Pegue o seu celular e aponte para a tela do computador para que a sua câmera leia o código.

5 - O celular e o computador entrarão em sincronia e as conversas do celular ficarão visíveis na tela do computador. Pronto!

A tela que você verá será assim:


Ao lado dos nomes ficam as fotos dos grupos e contatos, exatamente como no celular. Apaguei por questão de privacidade, claro. E não estou na onda do Movimento Brasil Livre, não. Estava respondendo uma pergunta sobre o assunto.

Único problema que encontrei até agora é que o celular precisa estar ligado e com internet ativa para funcionar a versão web. Caso contrário, se o sinal de internet cair ou estiver fraco, ficará aparecendo uma mensagem de que o aparelho não está ativo e você não conseguirá usá-lo até a internet voltar.
Então, vamos supôr que você esqueça seu celular em casa e queira usar o Whatsapp no trabalho, por exemplo. Você até vai conseguir, desde que o celular tenha ficado ligado e conectado à internet.
Fora esse inconveniente, achei bem legal usar. A versão web é bonita e praticamente idêntica à versão mobile, além de ser super simples e rápida para configurar (nem vou dizer instalar porque, na real, não instala nada. Só tem que configurar pra "espelhar" o celular no computador)
Outra coisa que gostei foi a possibilidade de enviar arquivos de fotos e vídeos (não tentei outros formatos) direto do seu computador para os seus contatos. Bem prático por não precisar puxar os arquivos pra nuvem pra depois pegar do computador pro celular ou ter que jogar do computador pro micro SD do celular ou... etc.
Enfim, recomendo.

Se quiser conferir o passo a passo mais técnico, detalhado e oficial, aqui você acessa o site oficial do Whatsapp Web.

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Estou ensaiando esse post há mais de 1 mês, então é possível que muita gente já esteja usando a versão web. Em todo caso, sempre tem quem não conheça e achei válido divulgar. Aproveitem!


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Trilha Sonora: Serpente - Pitty. Acordei com ela na cabeça hoje e ainda bem que adoro.