sábado, 3 de novembro de 2007

Quadrilha

João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história.
Carlos Drummond de Andrade
***
Trilha sonora: Vilarejo - Marisa Monte
"... Tenha um verdadeiro amor, para quando você for..."

16 comentários:

Quel disse...

Quando eu [ía]para biblioteca(passado pois biblioteca mesmo faz tempo, só pra trabalho..rsrs), eu viajava demaisss no Drummond, poesias lindas...o melhor poeta....ahhh da até vontade de ir pra livraria agora mesmo.rsrrs

disse...

Drummond... sempre falando por nós...

Moça, vim agradecer a sua visita tão simpática ao meu blog. Que bom que vc gostou das coisas por lá. E olha que se eu soubesse q ia receber visita, teria arrumado melhor as coisas, feito um café, sei lá. :-P

Apareça sempre, é mto bem vinda. E pode ter certeza de que eu aparecerei sempre por aqui pra ver o que foi posto de novo na caixa.

Bjs, menina.

Anna Flávia disse...

a lili era a mais esperta. ;D

beijo

Wagner disse...

o Karnak fez uma musica baseada nesse texto

:D

Zaira Brilhante disse...

Recebi essa semana um daqueles e-mails com listas... dessa vez, sobre tautologia (o famoso "subir pra cima" e cia...) em alguns casos, como "amanheceu o dia" fiquei revoltada!! e a licenca poetica??? tudo bem que a noite nao amanhece, mas deixa meu dia quieto... e agora vem vc, com drummond, e um "suicidou-se"... lindo!!! que tautologia nada, eu quero mais eh drummond!!! e menos e-mails... rsrs Se quiser te encaminho, diz pra qual e-mail!!! bjsss

disse...

Menina, sabe que eu falei que tive medo do sonho, mas assim... não foi exatamente medo, acho que tava mais pra fascinação. Eu gostei, na verdade. E eu não estava lendo nada que favorecesse a visita inesperada não. Na verdade nem tão inesperada assim, anos atrás ele era bem freqüente nos meus sonhos. Mas dessa vez ele foi um gentleman. :D

Moça, vou te linkar lá no meu blog, tá?

Apareço logo, logo. E deixo lá o chá pronto pra ti e chocolate pra mim, pq eu detesto chá. :-P

Bjs.

disse...

Não sei o que tá acontecendo que essa droga desse blog, não tô conseguindo te linkar. Dá erro. Mais tarde tento de novo.

Ludmila Prado disse...

amor platônico nããããooo...
o bom mesmo é amar e ser amado, tudo se têm a hora certa...
bjo

F. S. Júnior disse...

drummond é o mestre, já sabe dizer como poucos e em poucas palavras o que realmente interessa... beijos, boa semana!

Gabi disse...

Olá, Mila!
Obrigada pelas visitas e por ter me linkado :)
Vim aqui retribuí-las e aproveito para dizer que adorei seu blog.
AH, também adoro joaninhas!!
BEIJOS!

DiNHa disse...

Ah, essa eu já conhecia =P

Wagner disse...

http://letras.terra.com.br/karnak/223077/

aqui está a letra da musica do Karnak, que te falei a uns comentários acima

=)

disse...

Consegui te linkar, finalmente.

Laís disse...

Finalmente consegui comentar!!
\o/

Conheci esse poema ano passado na aula de literatura e adorei, sucinto e tremendamente realista.

Te linkei, viu?

Bjocas!

Zaira Brilhante disse...

Ei guria... ;) recebeu o e-mail???
Poxa, estou sofrendo... rsrs rio, mas eh serio. Uma pessoa voltou, ele me inspira... mas ao mesmo tempo que quero gritar e traduzir em versos, aos quatro cantos, continuo sofrendo com medo de que, aquilo que escrevo, nao esteja a altura daquilo que sinto... e tenho medo de desaponta-lo... tao estranho. So me apaixono por pessoas que admiro, sabe? e perto dele, tamanha eh a admiracao que tenho medo de transformar a paixao em mediocridade... parecer piegas. Mas quem sou eu pra contravir Álvaro de Campos, que ja dizia, "cartas de amor sao ridiculas"... mas quem sou eu tb para nao escreve-las, ne? e viva drummond, a poesia da vez, pra mim, eh "ainda que mal"... bjs!!! e sorry pelo desabafo aqui no seu cantinho... ;)

Ailime disse...

Oi, Mila! Obrigado pela visita. Você está certa, lembra o Principezinho. A minha familiar que sofre do mal de Alzheimer também é única, embora no mundo haja 20 milhões como ela!
Um abraço.